Médico do interior
Numa cidade pequena do interior, morava um médico novo, recém-chegado e solteiro. Percebeu que na cidade havia poucas mulheres e mesmo assim eram bem vigiadas. Após 3 meses sozinho, decidiu ir no principal bar da cidade. Sentou-se perto de um sujeito que lhe pareceu simpático e perguntou:
— Meu amigo, desculpe a franqueza, mas estou só e fico me perguntando como os homens daqui se divertem, pois há aqui poucas mulheres...
— Olha, o pessoal desce a rua da funerária e no final dela, próximo ao rio, há um estábulo e...
O médico, irado, respondeu:
— E eu sou homem disso? Tenha mais respeito!!
E saiu do recinto esbravejando. Após 6 meses voltou ao bar e encontrou o mesmo homem.
— Boa noite! Olha, desculpe pela última vez que estive aqui e gritei contigo, mas será que você podia repetir aquela dica para um homem só se divertir?
— Tem nada, não, dotô! Eu lhe reconheci. Olha, desce a rua da funerária e no final dela, próximo ao rio, há um estábulo e...
— Ah, já sei! Tudo bem. Muito obrigado, viu?
E saiu dali em disparada. Lá chegando, reparou que havia uma certa fila. Ocupou o último lugar silenciosamente. Alguém o reconheceu:
— Ei! É o dotô! Vem aqui pra frente, dotô! Seja o próximo!
A multidão concordou e lá foi ele encabulado. Quando alguém o fez entrar no estábulo, viu uma égua e não se fez de rogado: arriou as calças e CRAU! na pobre infeliz. Decorridos alguns minutos, já aliviado, começou a se vestir e notou a multidão toda apinhada e perplexa com a cena. Perguntou:
— O que foi? Nunca viram um homem nu?
Alguém respondeu:
— Dotô! A égua é pra atravessar o rio. O puteiro é do outro lado!!
