Malandro esperto
O carioca tinha acabado de sair de um posto com um botijão de gás de 13 kg nas costas, que acabara de comprar. Enquanto se dirigia para sua casa, ele matutava em como o Rio de Janeiro estava violento e dizia:
— Tenho que tomar cuidado porque senão até esse gás eles me roubam.
E ia andando até chegar num ponto de ônibus. Lá ele colocou o botijão no chão pra tirar a carteira e, no que se virou, chegou um malandro, pegou o botijão e colocou nas costas. Quando o cara virou de volta e não viu o bujão, ficou puto. Olhou pro cara do lado (o malandro) e disse:
— Puta que pariu... Roubaram o meu bujão.
O malandro ajeitou o botijão em suas costas e cinicamente disse:
— É por isso que eu não boto o meu no chão.
É, galera. Pois é. Malandro é malandro... e mané é mané!
— É po
