Mãe só tem uma
A professora mandou os alunos escreverem uma redação que terminasse com:
"Mãe... só tem uma."
No dia seguinte, ela chama o Giovani (palmeirense) para ler sua composição, e o garoto assim começa:
— "Eu estava doente, espirrando, tossindo, febril, não conseguia comer nada, não podia brincar, nem vir à escola. Aí, de noite, a mamãe esfregou Vick Vaporub no meu peito, me deu um leite quente com um comprimido e me cobriu. Eu dormi e, no dia seguinte, acordei bonzinho e feliz. Mãe... só tem uma."
A classe toda aplaudiu, a professora elogiou e deu dez para o Giovani.
Chamou o Carlinhos (santista), que já foi logo lendo a dele:
— "Eu tinha prova de Conhecimentos Gerais no dia seguinte, não sabia nada, não conseguia decorar nada, comecei a chorar, achando que ia tirar zero. Aí a mamãe sentou do meu lado, pegou o livro, me explicou tudo direitinho, tomou a minha lição e eu fui dormir sossegado... Quando acordei, senti que sabia tudo, vim à escola. Fiz a prova e tirei 10. Mãe... só tem uma."
A classe, emocionada, também aplaudiu o Carlinhos. A professora deu dez para ele também.
Desta vez chamou o Wandergleidson Júnior (corinthiano):
— "Cheguei no barraco, minha mãe, que estava na cama com um cara que não conheço, diferente do cara da semana passada, gritou para mim:
— Wandergleidson Júnior, seu trombadinha filho da *&%@, vai lá na geladeira e traz duas Nova Schin.
Aí eu abri a geladeira e gritei pra ela:
— Mãe, só tem uma!"
