Loko
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O sujeito encontra uma loira fantástica num bar e, depois de alguns minutos de conversa, eles acabam no apartamento dela.
Depois de uma maratona que começa na sala e termina no quarto, ele está fumando o seu merecido cigarro, quando se depara com a foto de um homem sobre o criado-mudo.
— É o seu marido? — pergunta, assustado.
— Que nada, bobinho! — responde ela, toda cheia de dengos.
— É o seu namorado?
— Também não!
— É o seu irmão?
— Errou de novo!
— Quem é esse cara, então?
— Era eu, antes da operação!
No ônibus, o cidadão acendeu um charuto e começa a fumá-lo tranquilamente, quando, lá na frente, levanta a bicha, muito incomodada, ela reclama:
— Credo! Que fedor! Mas que vício horrível o senhor tem!
E o sujeito, calmamente, diz:
— Ah! Tá, bonito é o teu, hem?
Uma bicha chegou na delegacia e falou aos prantos:
— Dr. Delegado, Dr. Delegado, eu fui estuprada!
O delegado, muito preocupado, tentou acalmá-la:
— Fique calma, fique calma, mas agora me diga como era esse homem que lhe estuprou.
— Ai, delegado, ele era alto, forte, loiro, tinha olhos verdes e peito cabeludo, e...
O delegado, não aguentando mais ouvir aquilo, pediu:
— Ai, mana, para, para, porque eu já estou toda arrepiada.
Dois amigos estavam em um shopping, quando um comenta que as bichas são tão burras e resolve provar. Então avista uma, retira de seu bolso um isqueiro-revólver e aponta para a bicha e faz um som de tiro: POOOOL!!! A bicha se desmunheca e cai lentamente (como se realmente um tiro lhe atingisse) e lá fica estirada. Após alguns minutos, os amigos, satisfeitos com toda burrice, tentam levantá-la contando-lhe que ela não havia morrido. De repente, ela se levanta e diz:
— Caça é caça, matou, agora tem que comer!!!
Em um baile a fantasia tinha um viado fantasiado de veado. Eis que surge no recinto um machão fantasiado de caçador.
O machão, querendo fazer uma brincadeira com o viado, levantou sua arma e atirou no veado.
O viado fantasiado de veado caiu espalhafatosamente no salão, fingindo-se de morto. O machão caçador achou engraçado, deu meia-volta e saiu do salão. O viado, mais que depressa, correu atrás do machão caçador e gritou:
— Lei da selva, lei da selva. Matou, tem que comer!
Tinha duas bichinhas andando na calçada.
Uma chega e diz:
— Eu tô feliz, eu tô feliz!
A outra chega e pergunta:
— Por quê?
A alegríssima responde:
— Tomei Doril, meu pinto sumiu!