Lar dos idosos
Um sujeito bate a porta de uma casa e, assim que o dono atende, ele diz:
— O senhor poderia contribuir com o lar dos idosos?
— É claro. Espere um pouco que eu vou buscar a minha sogra.

Um sujeito bate a porta de uma casa e, assim que o dono atende, ele diz:
— O senhor poderia contribuir com o lar dos idosos?
— É claro. Espere um pouco que eu vou buscar a minha sogra.

Dois velhinhos casados, com idade em torno de 80 anos, começando a ter problemas de memória, vão ao médico para serem examinados. O médico faz um check-up e diz aos velhinhos que não há nada de errado com eles, mas que seria bom ter um caderninho para anotar as coisas. À noite, quando estão assistindo TV, o velhinho se levanta e a mulher pergunta: — Aonde você vai? — Na cozinha — responde ele. — Você não quer me trazer uma bola de sorvete? — pede ela. — Lógico! — responde o marido solícito. — Você não acha que seria bom escrever isso no caderno? —…
Era uma velhinha beeeeem velhinha, e queria de uma hora para outra comprar um vibrador. Entrou num sex shop e escolheu o maior que tinha e perguntou:
— Quanto que é, seu moço?
— Me desculpe, senhora, mas o extintor de incêndio não está à venda...
O padre anuncia na porta da igreja:
— Hoje teremos um milagre!
Um monte de gente vem, mas o que lhe chamou mais a atenção foi o perneta e um fanho. Então ele chamou o perneta, faz um ritual, tira a muleta e o perneta fica em pé, e o padre diz:
— É um milagre!
E o público:
— Óóóóóó.
Então ele chama o fanho, faz o ritual e diz:
— Fale, fanho, fale!
— Afãfãnhã.
— Vamos, fale!
— O afãfãnha.
— Você consegue, fale!
— O ferneta cai.
— Ô, seu Jacó, por que está aqui escrito no seu testamento que o senhor não quer morrer depois do meio-dia?
— Será que eu tenho que explicar tudo? É pra economizar no almoço, né, sua besta!
Uma velhinha chega na sex shop e fala pro atendente:
— Moço, quanto custa esta daqui?
— R$ 70,00.
— E essa?
— R$ 120,00.
— Moço, este vermelhinho?
— Minha senhora, este é o extintor de incêndio!
Todos os dias, à tardinha, o Sr. Manel sentava sempre à porta da casa lendo livro. Por coincidência, a vizinha passava na mesma hora, regressando do trabalho, até que um dia ela está a passar e de repente gritou:
— Ô Sr. Manel, que vem a ser isto?
— O quê, D. Júlia, o quê?
— O seu zip está aberto e a coisa de fora.
— Ah, é isso! D. Júlia, casa de morte a porta é sempre aberta.