Ida para escola
— Jãozinho, por que chegou atrasado na escola hoje?
— É porque a placa tinha escrito "devagar, escola".

— Jãozinho, por que chegou atrasado na escola hoje?
— É porque a placa tinha escrito "devagar, escola".

Joaozinho estava passando embaixo do cinema e uma mulher caiu.
Joãozinho chegou para o pai e disse: — Pai, eu preciso fazer um trabalho para a escola. Posso te fazer uma pergunta? — Claro, meu filho. — O que é política, pai? — Política, meu filho, envolve o povo, governo, poder econômico, classe trabalhadora e o futuro do país. — Não entendi. Dá para explicar? — perguntou Joãozinho. — Bem, vou usar nossa casa como exemplo. Sou eu que trago o dinheiro para casa. Sou o poder econômico. Sua mãe administra, gasta o dinheiro. Ela é o governo. Como nós cuidamos de suas necessidades, você é o povo. Seu irmãozinho é o…
A professora mandou três alunos fazerem uma frase até chegar no colégio com a palavra "provavelmente". Pedrinho rico: Primeiro eu acordo no meu colchão de água, escovo meus dentes com a minha escova elétrica, desço para tomar café e encontro gulosemas para comer. Por último vou para a garagem e vejo a BMW; provavelmente meu pai saiu com a mustangue. Fabinho médio: Acordo no meu colchão duro, escovo meus dentes com a pasta Colgate, desço para tomar café, minha vó preparou um pãozinho para mim. Por último vou para a garagem, vejo o fusca; provavelmente…
Dona pergunta pro Joãozinho:
— O que acontece se de cinco dedos eu tiro três?
E o moleque:
— A senhora vai ficá aleijada!
A professora fala para os alunos trazerem para a próxima aula 2 frases com o nome do autor, a data e onde. Aí Joãozinho pensou: "Independência ou Morte", Dom Pedro I, às margens do Ipiranga, 1822. E "Não me deixem só!", Fernando Collor, no Palácio da Alvorada, 1992. Contente, Joãozinho vai para a aula no outro dia todo alegre e senta no final da fila. Nisso, quando a professora pergunta para Pedrinho, ele diz do Fernando Collor, aí Joãozinho fica puto da vida! Antes dele tem um japonês, e a professora pergunta: — O que você trouxe para nós, Hiroshima…
Um dia, Joaõzinho falou a sua mãe para passear com ele. Sua mãe, confusa porque tinha perdido seu emprego, disse:
— Caralho!
Seu filho inocente perguntou o que era caralho. Sua mãe disse que era sofá. Depois, o marido da mulher tinha fugido com outra, e depois o marido voltou e queria voltar com a mulher. Ela disse-lhe:
— Vai tomar no cu!
Seu filho perguntou-lhe:
— Mãe, o que é cu?
Sua mãe respondeu que era sofá. No dia, à noite, aerta acamphaia da casa e a visita pergunta onde estava sua mãe. O menino disse:
— Espere um pouquinho.
O menino volta e diz:
— Senta aí no caralho que minha mãe está lavando o cu.