Hospício
Um rapaz liga para o hospício:
— Alô? É do hospício? — diz o rapaz.
— Tá ficando é doido, aqui nem telefone tem.

Um rapaz liga para o hospício:
— Alô? É do hospício? — diz o rapaz.
— Tá ficando é doido, aqui nem telefone tem.

Estavam todos os doidos no pátio do hospício tomando sol, quando o diretor observou da janela um dos doidos sempre olhando o mesmo buraco. Todos os dias ele estava lá olhando o buraco.
Aí um belo dia o diretor falou:
— Hoje eu descubro o que tanto aquele doido olha.
E foi ao encontro do doido, empurrou o doido e olhou, olhou, olhou no buraco e nada. Aí ele virou pro doido e falou:
— Escuta, o que tanto você olha nesse buraco? Aqui não tem nada.
Aí o doido respondeu:
— Tu é folgado, né? Eu estou aqui há três anos tentando ver alguma coisa e você no primeiro dia já quer ver.
Três loucos armavam uma fuga do hospício. Então um disse para o outro:
— Vá lá fora e veja a altura do muro. Se for alto, nós fazemos um buraco; se for baixo, nós pulamos!
E o louco foi correndo ver. Passados alguns minutos, ele volta desesperado e gritando:
— Não vai dar para fugir, não vai dar para fugir...
E o outro:
— Por que?
Ele, todo apavorado, responde:
— Não tem muro, é grade!
São sete horas da noite, o louco tomando banho muito animado. De repente, chega sua namorada e diz a ele:
— Duvido que você tenha coragem de subir nadando pelo chuveiro!
Ao mesmo tempo, o louco responde:
— Coragem eu tenho; mas quando eu chegar lá em cima, você desliga o chuveiro e eu caio.
Chegou o Natal. E em um hospício os médicos resolveram fazer um teste para ver quem pode passar o Natal com a família. Chega o primeiro louco e o médico pergunta:
— O que é que tem cadarço, usa para andar e se coloca no pé?
O louco:
— Tênis.
— Isso mesmo. Aprovado.
Ele, todo feliz, já foi contando para o próximo:
— Se ele te perguntar: tem cadarço, usa para andar e se coloca no pé, é tênis!
Daí chega o segundo louco e o médico pergunta:
— O que que não tem cadarço, se usa para andar e tem motor?
O louco pergunta ao médico:
— Não tem cadarço?
— Não.
E o louco então fala:
— Então é mocassim!
Certo dia, em um hospício, os loucos resolveram brincar de manga. É manga... Subiam no último andar do prédio e começavam a cantar: — Tô maduro, tô maduro, tô maduro... E PUMMMM, se esborrachavam lá embaixo. Vinha mais um e: — Tô maduro, tô maduro, tô maduro... E PUMMMM, se esborrachava lá embaixo. Vinha o próximo, o próximo e assim por diante... Até que subiu um louco e ficou quieto lá em cima. Os outros, lá embaixo, começaram a gritar: — Pula, pula, pula... — Tô verde, tô verde, tô verde — respondeu o louco. Até que um outro mais louco gritou: —…
Um louco que sofria de amnésia chegou para um médico e disse:
— Doutor, estou com amnésia, o que faço?
— Quando você começou a ter isso? — perguntou o médico.
— Isso o quê, doutor?