Fessora do Joãozinho
Joãozinho ia para a escola todos os dias e fazia questão de se acomodar na primeira carteira. Ele tinha boas razões para isto: sua professora, uma linda e jovem loira, usava sempre curtas minissaias, e o Joãozinho se deliciava em ficar olhando suas pernas sob a mesa. Um certo dia, sua professora notou que o endiabrado do Joãozinho não tirava os olhos do lance. A professora, indignada, perguntou:
— Joãozinho, o que você tanto olha?
Joãozinho responde:
— Fessora, ieu isto oiando o qui é belo.
— Você toma tento, Joãozinho.
— Já tomei.
— Olha, Joãozinho, saiba que eu não gosto de meninos.
— Ora, fessora, isto não é probrema, NÓIS IVITA.
