Estatísticas
Resultado da pesquisa realizada sobre o comportamento masculino após o ato sexual:
— 23% viram-se para o lado direito e dormem.
— 19% viram-se para o lado e dormem.
— 58% levantam-se e vão para casa!

Resultado da pesquisa realizada sobre o comportamento masculino após o ato sexual:
— 23% viram-se para o lado direito e dormem.
— 19% viram-se para o lado e dormem.
— 58% levantam-se e vão para casa!

Havia uma mulher branca com seu filho e a mulher negra com seu filho. Tudo que a mulher branca fazia a mulher negra fazia. A mulher branca deu de mamar ao seu filho; a mulher negra, copiando dela, também fez a mesma coisa. A mulher branca deu uns tapinhas nas costas de seu filho para ele arrotar; a mulher negra, copiando, disse para o seu filho:
— Arrota, filho!
E então o seu bebê levantou as mãos!
Numa escola pública estava ocorrendo uma situação inusitada: Uma turma de meninas de 12 anos que usavam batom todos os dias removia o excesso beijando o espelho do banheiro. O diretor andava bastante aborrecido, porque o zelador tinha um trabalho enorme para limpar o espelho ao final do dia. Mas, como sempre, na tarde seguinte, lá estavam as mesmas marcas de batom. Um dia o diretor juntou o bando de meninas e o zelador no banheiro, explicou pacientemente que era muito complicado limpar o espelho todas aquelas marcas que elas faziam. Depois de uma hora…
Um grupo de turistas estava fazendo uma excursão na Floresta Amazônica quando um dos turistas cai em um buraco que vai dar no meio de uma caverna indígena. O cacique da tribo perguntou:
— Você quer Canuca ou a morte?
— Qualquer coisa é melhor que a morte, né? É claro que eu quero Canuca.
— Canúúúca!
Então vem um negão 30 x 40 e come o cu do turista, de deixar ele tonto.
5 anos depois o mesmo turista vai parar na mesma tribo fazendo outra excursão. E o cacique pergunta:
— Você quer Canuca ou a morte?
— Canuca outra vez não, eu quero a morte.
E o cacique:
— Canúúúca, até a morte.
Os animais se reuniram na floresta para fazerem uma festa. Trouxeram bolos, refrigerantes, salgados etc. Quando eles foram comer, se lembraram que esqueceram de trazer o abridor de garrafas. Aí falou o leão: — Vai arara lá na cidade buscar o abridor. Falou a arara: — Não é muito longe, vai você, onça. — Não é muito longe, vou cansar minhas patas, vai você, bicho-preguiça. — Tá bom, só que com uma condição: de vocês não comer nada até eu voltar. — Tá bom, nós prometemos. Passou um dia, uma semana, um ano, os animais tudo magrinho, a comida estragada…
Certo dia, na escola, a professora pediu que os alunos fizessem de dever uma frase sobre o urubu. Assim, no outro dia, a professora pediu para os alunos lerem suas frases:
— Maria, leia sua frase.
Ela respondeu:
— O urubu é muito importante para a natureza.
— Muito bom! Joãozinho, leia a sua.
— O urubu tem pena no cú.
— Que coisa feia, Joãozinho! De castigo, terá que fazer outra frase.
No outro dia...
— Joãozinho, pode ler sua frase.
— O urubu tem pena no pé, não tem no cú porque a professora não qué.
Era uma vez dois morcegos: um velhinho, que quase não enxergava, e um novo, que era bonito e bem disposto. De repente, o novo olha para o velho e diz: — Vamos fazer uma aposta: quem consegue sangue primeiro? E o velhinho: — Blz. O novo foi primeiro, passou a casa, passou a igreja, passou a cancha, passou o paredão e nada de sangue. Voltou-se até o velhinho e disse: — Não achei nada. É tua vez. Daí foi o velho e voltou com a boca cheia de sangue. Quando o novo lhe pergunta: — Como você conseguiu tudo isso de sangue? E o velho responde: — Se viu a casa…