Espiando
— Mamãe, papai está com dor de barriga?
— Não, Joãozinho, por quê?
— Porque ontem eu estava escondido escutando você falando pro papai:
— Lá vem você com esta merda mole de novo.

— Mamãe, papai está com dor de barriga?
— Não, Joãozinho, por quê?
— Porque ontem eu estava escondido escutando você falando pro papai:
— Lá vem você com esta merda mole de novo.

A mãe do Joãozinho estava fazendo uma sopa, e seu inconveniente filho estava ao lado esperando a sopa ficar pronta.
Quando a sopa ficou pronta, Joãozinho sentou-se à mesa e começou a comer:
— Joãozinho, não deixa cair carne na sopa. (fala a mãe)
E poffet, caiu carne.
— Joãozinho, não deixa cair carne na sopa.
E poffet.
— Joãozinho, quantas vezes será que eu vou ter que falar pra não deixar cair carne na sopa... Isso que dá ter filho leproso.
O Joãozinho estava na escola quando a professora mandou escrever uma frase no quadro. Então ele escreveu: "O urubu tem pena no cú".
E a professora brigou:
— Joãozinho, isto não é frase que se apresente. Amanhã você vai escrever outra frase que não seja essa.
No outro dia, Joãozinho escreveu a mesma frase: "O urubu tem pena no cú".
A professora novamente brigou e falou que, se ele escrevesse de novo aquela frase, ele ia levar suspensão.
No dia seguinte, Joãozinho escreveu no quadro a seguinte frase:
"O urubu tem pena no pé, porque no cú a professora não quer!".
Joãozinho estava na escola quando sua professora passou um dever para casa: dizer uma frase histórica juntamente com seu autor. Ao chegar em casa, Joãozinho pediu auxílio do pai, que logo o ajudou dizendo: "Ser ou não ser, eis a questão", Hamlet, William Shakespeare. De volta ao colégio, a professora perguntou a alguns alunos a respeito de tais frases. Todo mundo falava e expressava bem, porém Takashi, amigo oriental de Joãozinho, quando falou para sua professora, disse: "Ser ou não ser, Hamlet, William Shakespeare". Depois desse fato, Joãozinho, que…
Joãozinho estava estudando na escola o tema "política" e ele tinha que fazer um trabalho, mas ele não prestou atenção e foi pedir ajuda para seu pai. — Pai! Me explique esse trem de política que eu tenho que fazer um trabalho sobre isso. — É o seguinte: eu sou o poder econômico, que trago o dinheiro para essa casa... sua mãe é o governo, gasta tudo... a babá é a classe trabalhadora... você é o povo e seu irmão nenê é o futuro do Brasil. Joãozinho vai dormir bravo, pois não tinha entendido bosta nenhuma. De madrugada ele acorda com o choro do bebê, ele…
Um dia na sala de aula a professora diz:
— Maria, do que você mais gosta?
— Das flores, professora.
— Juquinha, do que você mais gosta?
— Dos navios, professora.
— Joãozinho, do que você mais gosta?
— Tu, fessora.
A professora, muito orgulhosa, convida Joãozinho para ir até a cantina para ele escolher algo:
— Joãozinho, o que você vai querer?
— Tota-tola.
Um dia, na sala de geografia, a professora pede para o Joaozinho falar onde fica a América, e o Zesinho responde certo. Daí chega a professora e pergunta ao Joaozinho quem descobriu a América, e o Joaozinho falou: o Zesinho.