SergeiCartoons piadas – página inicial
Categorias

Carnaval

Piada de Outras

Um manco entra numa loja de fantasias de carnaval querendo comprar uma fantasia.
O vendedor atencioso lhe mostra uma fantasia dizendo que era uma réplica do Aladim, com arranjos especiais e tudo mais.
O manco diz:
— A fantasia é linda, quanto custa?
O vendedor:
— Vinte mil reais.
O manco:
— É muito cara, quero uma mais barata.
O vendedor vai até o final da loja, guarda a fantasia e traz outra.
— Meu senhor, esta é a fantasia tipo Ali Babá, com pedras e detalhes especiais.
— Oh, é linda, diz o manco, quanto custa?
E o vendedor lhe diz:
— Cinco mil reais.
— É muito cara, quero uma mais barata.
E assim por várias vezes o vendedor, de saco cheio, vai e volta no fim da loja e nada, o manco sempre acha caro, querendo uma fantasia mais barata.
De saco cheio, o vendedor fala:
— Olha, tem uma fantasia que é super barata e original: o senhor vai até a esquina, ali na mercearia, compra dois litros de cola, que deve custar quatro reais, compra também dois quilos de farinha de milho, espalha a cola no corpo, joga a farinha em cima, pega esta muleta, enfia no cu e sai fantasiado de coxinha de galinha.

Cartão para compartilhar com a piada “Carnaval”

Mais piadas de Outras

  1. O cachorro com nome estranho

    O menino ganhou um cachorro e colocou o nome dele de cú.
    Naquele dia o menino começou a chamar o cachorro de:
    — Vem cá, cú, vem cá, cú.
    E a mãe dele falou:
    — Se você chamar o cachorro com esse nome de novo, eu vou dar ele pro vizinho.
    E ele continuou:
    — Vem cá, cú, vem cá, cú, vem cá.
    E a mãe dele deu o cachorro para o vizinho.
    E o pai do menino chegou e falou:
    — O que foi, meu filho?
    O pai: a mãe deu o cú pro vizinho.

  2. Morreu de quê?

    Certa vez morreu um americano, um italiano e um brasileiro.
    Para entrar no céu tinha que provar a causa da morte.
    — Morreu de quê? — perguntou São Pedro ao americano.
    — Morri de lepra.
    — Então prova.
    O americano arrancou a orelha e jogou em cima da mesa.
    — Morreu de quê? — pergunta São Pedro ao italiano.
    — Morri de gripe.
    — Então prova.
    O italiano assoou o nariz e jogou o catarro em cima da mesa.
    — Morreu de quê? — pergunta São Pedro ao brasileiro.
    — Morri de fome.
    — Então prova.
    Imediatamente o brasileiro pegou a orelha do americano, passou no catarro do italiano e comeu.

  3. Poema

    Quer seja curto ou comprido, quer seja fino ou mais grosso, é um órgão muito querido, por não ter espinhas nem osso. De incalculável valor, ninguém tem um a mais, e desempenha no amor um dos papéis principais. Quando lhe tocam, ei-lo a pular com fervor; se for um rapaz, estremece, se for velho, tem menos vigor. O seu nome não é feio, pois tem sete letrinhas só, tem um "R" e um "A" no meio, começa em "C" e acaba em "O". Nunca se encontra sozinho, vive sempre acompanhado, por outros dois orgãozinhos, junto de si, lado a lado. O nome destes, porém, não…

    Ler a piada completa: Poema →

  4. O barbeiro

    Certo dia, um homem foi a um barbeiro, mas notou uma coisa diferente: quando o barbeiro ia fazer a barba, ele dava uma bolinha para a pessoa colocar na boca. Chegou a vez dele. Ele se sentou na cadeira e, curioso, perguntou:
    — Por que você manda colocar essa bolinha na boca?
    Ele respondeu:
    — Pra fazer a barba mais rápido, você coloca ela do lado de sua boca e eu faço sua barba mais rápido.
    Mais uma vez, perguntou:
    — Mas já não aconteceu de ninguém engolir essa bolinha?
    Ele respondeu:
    — Sim, essa é a única bolinha que tenho, sempre acontece isso, e no outro dia eles me devolvem...

  5. Cheque voador

    Em uma feira de carros usados, um comprador chega até o vendedor e pergunta:
    — Você aceita cheque?
    E o vendedor responde:
    — Não sendo meu, eu aceito!

  6. Eu também...

    Estava o baixinho na rua sentado, triste, quando chega um negão 3 por 4, pega ele pelo braço e estupra o coitado. Depois do ato, o baixinho, choramingando, disse pro negão: — Pô, cara, olha o que você fez comigo, estourou todo meu rabo, como eu vou ficar perante os meus colegas? O negão ficou com dó do baixinho e disse: — Me desculpe. Já sei: quando você me ver na rua, pode falar que foi você quem me comeu. — Jura? — Pode sim! Depois de algum tempo, o baixinho estava com um colega na rua e, do outro lado da rua, avistou o negão e disse: — Aí, Paulo! Tá…

    Ler a piada completa: Eu também... →