Cachorros compadres
Iam dois cachorros conversando em um escuro infernal, quando um diz ao outro:
— Compadre, cuidado com o desfiladeiro aí na frente.
O outro responde:
— Aonde, aooonde, aoooonde?

Iam dois cachorros conversando em um escuro infernal, quando um diz ao outro:
— Compadre, cuidado com o desfiladeiro aí na frente.
O outro responde:
— Aonde, aooonde, aoooonde?

Um homem muito agitado passava por um semáforo muitas vezes ao dia, sempre ouvindo a mesma pergunta do menino:
— Tio, tem um real, ou quer comprar um Mentex?
Era sempre assim, várias vezes ao dia, até que ele teve uma ótima ideia.
No dia seguinte, como de sempre, o menino chegou e perguntou a mesma pergunta. O homem começou a erguer o vidro, o garoto não entendia nada, até que no vidro havia um adesivo colado, escrito:
— NÃO SOU SEU TIO, NÃO TENHO UM REAL E ODEIO MENTEX!!!!!
Era uma vez uma bosta.
E daí?
Um homem tinha mania de pedir tudo que via. Um certo dia, parou em um bar e viu um rapaz descer do carro, então correu em sua direção e foi logo pedindo: — O moço, me dê um dinheiro aí. O rapaz respondeu: — Eu não tenho nada, só vim aqui no bar dar um telefonema. O pidão, não acreditando muito em sua resposta, insistiu: — Poxa, mas você não tem nada, nem uma moeda... Olhe dentro do seu carro, no porta-luvas. Eu aceito qualquer coisa: chaveiro, panfletos, isqueiro usado, qualquer coisa... E o rapaz continuou: — Eu já lhe disse que não tenho nada! Agora…
O velho se senta no ônibus de frente para um punk de cabelo comprido, mechas verde, azul, amarela e vermelha.
O velho fica olhando para o punk e o punk olhando para o velho.
O punk vai ficando meio invocado e pergunta ao velho:
— O que foi, vovô, nunca fez nada diferente quando jovem?
O velho responde:
— Sim, eu fiz. Quando fui jovem fiz sexo com um papagaio e estou aqui pensando: será que você é meu filho?
Impressionado, o sujeito aproximou-se de um pescador que estava à beira do lago com um espelho na mão. — O senhor me desculpe, mas pode me dizer o que é que está fazendo? — Pescando. — Com um espelho? — Exato. É um novo invento. Vou fazer uma fortuna. — Mas como é que isto funciona? — Posso lhe contar, só que isso vai lhe custar 50 reais. O homem ficou tão curioso que entregou o dinheiro ao pescador. — Ande, mostre lá como é que isso funciona. — Ora... bem — começou o pescador —, você aponta o espelho para a água, e quando passa o peixe, você o assusta…
Certa vez, Pedro, um camarada tipicamente carioca e dominador de todas as gírias imagináveis, passa em frente a um sacolão e, como todo malandro, furta uma melancia enorme e sai calmamente com ela embaixo do braço. Ao parar no ponto de ônibus, onde pegaria a condução para casa, nota que está diante de um prédio em construção cheio de peões de obra. Os peões são tipicamente nordestinos, ou seja, com cabecinhas de amolar facão... E, ao contrário de Pedro, eram leigos na arte da malandragem carioca. Em seguida, um deles se dirige a Pedro e propõe: — Ô…