SergeiCartoons piadas – página inicial
Categorias

Cachorro assassino

Piada de Sogras

Havia uma multidão de 1.500 pessoas seguindo um caixão, com um cachorro embaixo. Chegou um cara, assustado, e perguntou para um cara do lado do caixão:
— Nossa! É algum famoso que morreu?!
— Não, não... É só a minha sogra...
— Sinto muito. Do que ela morreu?
— Mataram ela...
— Nossa! E quem fez isso?!
— Esse cachorro aí debaixo do caixão...
— Hummm... Me empresta esse cachorro, já que ele é especialista em sogras...
— Lógico! Então vai lá pro final da fila!

Cartão para compartilhar com a piada “Cachorro assassino”

Mais piadas de Sogras

  1. Sai, véia, eu num sou gato

    No meio de uma discussão tremenda, a sogra diz pro genro:
    — No dia que você morrer, eu vou no seu enterro jogar bosta na sua cara.
    O cara, injuriado, responde:
    — Pois no dia que você morrer, eu nem apareço no seu enterro.
    A véia, com cara de nojo, pergunta:
    — Por quê?
    — Porque quem enterra bosta é gato.

  2. Paralelepipado da sogra

    Um dia a sogra do cara tinha morrido, aí o cara entrou no primeiro bar que ele encontrou, aí ele pediu ao garçom uma cerveja, aí depois mais uma e pediu muitas. Depois de encher a cara de cerveja, ele volta para casa. No caminho para casa ele passa de frente de uma construção, aí um tijolo cai a um centímetro de seu pé, aí o bêbado fala:
    — Tão cedo e a veia já chegou lá em cima.

  3. Rapidinhas

    Tem duas coisas que matam de repente: a primeira é vento pelas costas e a segunda é sogra pela frente.
    Se um dia me vires abraçado com minha sogra, pode apartar que é briga.

  4. Xata??!!!

    A sogra tem dois dentes: um para comer e outro para morder a língua!

  5. Pedindo ajuda

    A sogra do seu Carlos endoidou e queria pular da janela, então ele usa o telefone para pedir ajuda. Então uma senhora atende:
    — Alô???
    — Socorro, minha sogra quer pular do prédio.
    — O senhor errou o número, aqui é carpintaria.
    — Eu sei, é que a janela não abre.

  6. O revólver

    O rapaz chega na loja de armas e diz:
    — Será que você poderia me dar o dinheiro do revólver que comprei ontem?
    E o balconista:
    — Mas por quê?
    — Quando eu ia chegando em casa, minha sogra foi atropelada e não vou mais precisar do revólver.