O revólver
O rapaz chega na loja de armas e diz:
— Será que você poderia me dar o dinheiro do revólver que comprei ontem?
E o balconista:
— Mas por quê?
— Quando eu ia chegando em casa, minha sogra foi atropelada e não vou mais precisar do revólver.

O rapaz chega na loja de armas e diz:
— Será que você poderia me dar o dinheiro do revólver que comprei ontem?
E o balconista:
— Mas por quê?
— Quando eu ia chegando em casa, minha sogra foi atropelada e não vou mais precisar do revólver.

Tomara que minha sogra nunca se chame Esperança, pois a esperança é sempre a última que morre.
Um tinha uma sogra que tinha morrido e ele ficou pensando: será que eu vou para o enterro da minha sogra ou vou ao trabalho? Então ele chegou no trabalho e perguntou ao chefe se ia ou não ia ao enterro dela. Então ele disse:
— Ah! Ah! Primeiro trabalho, depois a diversão.
O sujeito, ao saber que a querida sogra viria visitá-los, mandou cortar o rabo do cachorro. A mulher, indignada, pergunta:
— Mas, querido, por que você fez isso?
— Quando sua mãe chegar, eu não quero ver nenhuma manifestação de alegria nesta casa!
O marido chegou em casa e sua mulher, assustada, lhe disse:
— Amor, eu e a mamãe estávamos conversando na sala quando o relógio de parede caiu e quase acertou a cabeça da mamãe.
E o marido falou:
— Maldito relógio, sempre atrasado.
Prezado motorista, evite atropelamentos, pois você pode atropelar uma sogra e danificar seu veículo.
Após a cerimônia de cremação da velha, todos os familiares e amigos da mesma se encontram ao redor da urna contendo as cinzas.
Depois de alguns minutos em que muitos murmuravam diante da cena...
O genro, depois de beber todas, com muita dificuldade, pede a palavra para discursar. Sobe em uma cadeira e diz:
— E agora, meus amigos, uma salva de palmas pro churrasqueiro...