Bolinha vai bolinha vem
— Padri, eu vin ne confesa, mas por quê? Meu filho, você sabi: bolinha vai, bolinha vem. Se eu não comer meu pai, não como ninguém.
— Noutro dia, padri, eu vin ne confesa, mas por quê? Comi mãe. Meu filho, você sabi: bolinha vai, bolinha vem. Se eu não comer minha mãe, eu não como ninguém.
— Padri, eu vin me confesa, mas por quê? Comi minha irmã. Por quê? Meu filho, você sabi: bolinha vai, bolinha vem. Se eu não comer minha irmã, eu não como ninguém.
— Noutro dia, o padri estava em cima da tori. O menino perguntou: padri, o que faz aí em cima?
— Você sabi: bolinha vai, bolinha vem.
— Se eu ficar aí, você me come.
— Tá bem...
