Amor à birita
Um bêbado voltava pra casa depois de uma noite inteira de farra.
Caminhava displicentemente com uma garrafa de pinga no bolso, quando escorrega num monte de merda de cachorro e cai sentado, quebrando a garrafa.
Desolado, passa a mão na bunda e cheira, dizendo:
— Meu Deus, tomara que seja sangue... tomara que seja sangue!
