O paraíso
A professora de Geografia perguntou pro Joãozinho:
— Você sabe o nome de um país onde as crianças andam descalças, vivem sem roupa e nem vão à escola?
E o moleque:
— Hum... Só pode ser Paraíso!

A professora de Geografia perguntou pro Joãozinho:
— Você sabe o nome de um país onde as crianças andam descalças, vivem sem roupa e nem vão à escola?
E o moleque:
— Hum... Só pode ser Paraíso!

Sabe o que o sabão disse pra saboa?
— TE OMO!!!!!!!
Um camionista vai distribuir material hortícola para o Algarve e, ao passar no Alentejo, de manhã, vê um alentejano debaixo dum chaparro a fazer amor com a mulher.
À vinda para cima, à tarde, observa que o mesmo indivíduo ainda está em cima da mulher e comenta-lhe:
— Atão, cumpadre, ainda dura?
Resposta do alentejano:
— Na, cumpadre, ainda mole!
Um cavalo morto na rua, com o negócio de fora. Vinham passando dois moleques, cortaram o negócio do cavalo e, depois do corte do dito-cujo, eles rodam, rodam, rodam, rodam o negócio e jogam ele por cima de um muro, e cai num pátio de um convento. Vinham passando duas freiras e se apavoram e gritam:
— Ai, mataram o padre José.
Tinha um elefante e um macaco. Sem querer, o elefante chuta a lâmpada mágica e aparece um gênio que fala:
— Cada um de vocês tem direito a um pedido.
O elefante então pede:
— Gostaria que todos os elefantes da floresta virassem elefantas... Não, não, eu quero que todos os elefantes do meu país virem elefantas. Não, não, eu quero que todos os elefantes do mundo virem elefantas.
Então o macaco pergunta:
— Não tem jeito de voltar atrás?
— Não — o gênio responde.
O macaco então pede:
— Quero que o elefante vire bicha...
A mocinha vem correndo e gritando para sua mãe:
— Mãe, o Estefano me pegou a força.
— O quê? Aquele sem-vergonha, safado. E quando foi isso, minha filha?
— Antes de ontem, ontem, hoje, e combinamos para amanhã.
João estava louco para comer uma deliciosa rabada, mas sua esposa nunca fez, nem tão pouco deixava fazer. Aproveitando que sua esposa viajou, João foi até o açougue e encomendou a rabada para o dia seguinte. Pela manhã, João foi ao açougue buscar a rabada. Chegando lá, o açougueiro pediu desculpas, dizendo: — Ô meu amigo João, não é que tive que ir ao mercado e meu filho vendeu a tua rabada? Mas podes voltar amanhã que com certeza guardarei! No dia seguinte, João foi novamente ao açougue. Chegando lá, o açougueiro vem com a desculpa que a vigilância…