A galinha do caipira
Certa vez o caipira vinha do mato com uma galinha na mão e seu compadre perguntou:
— Iai, cumpadre, vai matar a galinha pra comer?
E ele respondeu:
— Não, cumpadre, já comi.

Certa vez o caipira vinha do mato com uma galinha na mão e seu compadre perguntou:
— Iai, cumpadre, vai matar a galinha pra comer?
E ele respondeu:
— Não, cumpadre, já comi.

Dois homens estavam caminhando no mato escuro, até um deles avistar uma coisa escura no meio do caminho:
— Será se é merda, cumpádi? — perguntou o primeiro.
— É merda não, cumpádi!
Um deles pega na merda:
— É merda sim!
O outro também pega:
— É não, cumpádi!
Coloca na boca, experimentando-a:
— Isso aqui é merda sim senhor!
O outro experimenta também:
— É merda mesmo, cumpádi!
Depois de um minuto de silêncio, um olhou pra cara do outro e disseram:
— Ainda bem que nós não pisamos!
Dois bêbados brigando no meio da praça.
Um olha para cima e falava:
— Aquilo é o sol.
O outro retrucava:
— Não, é a lua.
Passando um caipira na praça, eles falaram:
— Vamos tirar essa dúvida perguntando para o moço.
— Oi, moço, oi... Ah... ah...
— Olha o que é aquilo no céu, o sol ou a lua?
Ele, mais que afoito, respondeu com firmeza:
— Oia, sô, eu não sou daqui, não posso lhe responder!
Dois caipiras foram pescar, mas um deles foi picado por uma cobra e então ele falou:
— O cumpade vai lá no médico e fala pra ele o que você tem que fazer.
E então ele foi.
Chegando lá ele falou:
— Seu médico, meu cumpade foi picado por uma cobra, o que eu tenho que fazer?
O médico respondeu:
— Chupa o lugar da picada.
E o caipira voltou e perguntou:
— Na onde você foi picado?
Ele respondeu:
— No meu pau.
— Então pode morrer, que não tem jeito não.
Um político do norte, bebedor cotidiano de whisky Chivas, por suas andanças pelo interior em campanha política, ao pôr sua garrafa de whisky na mesa, perguntou para o chefe da comunidade se ele aceitava uma dose, o que de pronto respondeu que sim. Com o copo cheio, de uma só vez tomou todo o conteúdo do copo. O político, para garantir mais sobrevivência da sua bebida, orientou o caboclo que aquilo era tomado em pequenas doses, e perguntou-lhe se ele sabia o nome daquela bebida. Respondeu-lhe o interiorano:
— Não é a tal da Pepsi?!
Uma caipirinha achou o homem urbano mijando:
— O que cê tá fazendo?
O homem urbano respondeu:
— Estou brincando de vai-e-vem com meu passarinho. Vem brincar.
Chega o dono da fazenda:
— Mas que isso?
— O passarinho cuspiu em mim, depois quebrei o pescoço do passarinho, quebrei os ovos e depois queimei o ninho.
Em uma viagem de trem, vão no vagão um caipira, um mineiro, um paulista e um baiano.
Quando o caipira puxa assunto, ele diz:
— Genti, isso é o qui maish tem na minha terra! — segurando um pedaço de carne. Então, ele morde um pedacinho e joga pela janela. Todos ficam espantados.
E o mineiro repete a mesma coisa, só que com um pedaço de queijo. O baiano também.
Quando chega a vez do paulista, ele, sem dizer nada (sabendo-se que na terra dos paulistas o que mais tem é baiano), pega o baiano que estava no trem e o atira pela janela!