A coisa errada
O Joãozinho perguntou para a professora dele:
— Uma coisa que você não fez, você não pode ser culpado, né?
E a professora responde:
— Claro que não, Joãozinho!
E ele:
— É que eu não fiz o tema.

O Joãozinho perguntou para a professora dele:
— Uma coisa que você não fez, você não pode ser culpado, né?
E a professora responde:
— Claro que não, Joãozinho!
E ele:
— É que eu não fiz o tema.

Era numa sexta-feira, terminando o ano escolar, e Joãozinho de recuperação na escola. E sua professora faz-lhe uma proposta: — Joãozinho, vou lhe fazer uma pergunta. Se você acertar, eu lhe passarei de ano. E Joãozinho responde: — Pode mandar a pergunta, fessora! — Está bem — responde a professora. — O que é, o que é: marido da vaca, tem chifres com duas bolinhas nas pontas? — Joãozinho responde: — Não sei. — É o touro. Eu botei duas bolinhas para te enganar — responde a professora. Joãozinho, desesperado, faz-lhe a mesma proposta para a professora, no…
Certo dia a professora falou:
— Quero que todos me digam um verbo. Juquinha, fale você primeiro.
— Prastico — disse ele.
— Não, Juquinha. Primeiro, que não é prástico, é plástico. E, segundo lugar, não é verbo.
— Juliana, sua vez.
— Bicicreta — disse ela.
— Não — disse a professora novamente. — Primeiro lugar, é bicicleta. E, segundo lugar, não é verbo.
Frustrada, ela pede a Joãozinho. No que ele diz:
— Hospedar.
— Graças a Deus, alguém acertou. Agora conjugue esse verbo:
— Hospedar da bicicreta são de prastico.
— Juliana, diga-me um verbo.
A professora se apresenta no 1º dia de aula:
— Crianças, meu nome é Vargina.
Joãozinho chega atrasado e, já querendo fazer uma média com a mestra, pergunta baixinho para o colega do lado qual o nome dela. O coleguinha, que está sentado na cadeira um pouco distante, junta o dedo polegar ao indicador e diz:
— Coloca um "R" no meio.
E Joãozinho grita:
— Bom dia, dona Bucreta.
Um dia, Joãozinho entrou em um ônibus e disse ao cobrador:
— Se meu pai fosse um leão e minha mãe fosse uma leoa, eu seria um leãozinho.
No outro dia, Joãozinho disse:
— Se meu pai fosse um gato e minha mãe fosse uma gata, eu seria um gatinho.
No terceiro dia, quando Joãozinho entrou no ônibus, o cobrador se irritou e disse:
— Ô muleque, o que você seria se seu pai fosse um bêbado e sua mãe fosse uma puta?
Joãozinho respondeu:
— Eu seria um cobrador!!!
Roubaram a bicicleta do Joãzinho.
Inconformado, sentou na escadaria da igreja e desatou a chorar.
Neste momento, sai o padre, que acabara de rezar a missa de sétimo dia de uma velhinha.
Julgando tratar-se do netinho da finada, sentou-se ao seu lado, tentando confortá-lo:
— Meu filho, tudo tem seu tempo nesta vida...
— Eu sei, padre, mas eu gostava tanto dela...
— Mas chegou a hora dela! Ela já estava bem velhinha, né?!
— Velha ela era, mas a rodinha de trás ainda estava novinha...
João foi ao hospício e perguntou para um louco:
— Quanto é 2+2?
— É 22222222222222222222222222222222222222222222222222222222222222222222222222222222222222222222222222222222222222222222222222222222222222222222222222222222222222222222222222222222222222222222222222222222222222222222222222222222222222222222222222222222222222222222222222222222222222222222222222222222222222222222222222222222222222222222222222222222
E João disse:
— Que burro!!!!!!!!!