A calcinha
A garota estava acostumada com uma educação liberal. A tal ponto que não usava nem roupa de baixo. Mas precisou sair e procurou no guarda-roupa e não encontrou nada. Aí viu um saco desses de linhagem que estava guardado não se sabe pra quê e costurou uma calcinha. Ficou jóia. Vestiu e foi tomar o ônibus.
No ônibus ficou com as pernas abertas, como de costume. O caipira ali de olho pregado nela. Até que ela explodiu:
— Que é isso, capiau, não viu nunca uma calcinha?
— Vi, sim, dona, mas nunca uma escrita "ração para pinto".
