A caça da onça
Sabe como um gaúcho caça onça?
R: Fica atrás da moita só esperando a pintada.

Sabe como um gaúcho caça onça?
R: Fica atrás da moita só esperando a pintada.

Contam que, certa vez, um gaúcho entrou em um boteco numa cidade de Minas Gerais e, ao pedir uma pinga, muito sinicamente, fez a seguinte pergunta ao proprietário:
— Escuta aqui, tchê, ouvi dizer que aqui em Minas Gerais tem muito valentão!... Quero saber se isso é verdade!... Cadê os valentões daqui?!... Cadê, tchê?!
Então, o mineiro respondeu:
— Num si amole cum isso não, moço. Isso é tudo invenção di quem num tem o que fazê. Pode ficá trunquilo qui aqui num tem ninhum valentão, não. Di veis in quando, aparece argum, mas nóis mata eli, viu!
Por que é difícil comer a mulher do gaúcho?
R: Porque a fila de espera é muito grande. Hahahah.
Três gaúchos de Tapes foram no Hospital de Base de Brasília, no médico escolhido por eles (curólogo), querendo saber quem tinha o cu mais sensível. Nisto, o médico enfia uma caneta no toba do primeiro gaúcho afeminado, que logo se contorce dizendo: — Caneta da Bic da ponta fina. O médico, fulo da vida, enfia uma régua no toba do outro gaúcho afeminado, que, se contorcendo, diz: — Régua de 30 cm da Xalingo com a pontinha quebrada. O médico, sem acreditar em tais sensibilidade e surpreso da vida, pega a garrafa de café e enfia no toba do terceiro gaúcho…
Numa rua do RS, instalaram um ponteiro que gira quando, por baixo dele, passa qualquer bicha. O ponteiro acabou servindo de ventilador.
O gaúcho diz para o amigo:
— Estou doido para chegar em casa e tirar a calcinha de minha mulher.
O amigo então comenta:
— Você é um tarado por sua mulher.
O gaúcho então responde:
— É que ela está me apertando.
O gaúcho Zéca Potranco aparece com uma bota de couro muito bonita na frente de seu amigo João Bagual. João Bagual, muito indignado, pergunta:
— De que couro é esta bota?
— Couro de pica — responde Zéca Potranco.
Mas o João diz:
— O que tu tá esperando para me dar um chute na bunda?