Zóinho
Um bêbado, voltando de um arrasta-pé na fazenda, pega o trieiro de volta pro seu ranchinho lá pelas três da matina. Muito chumbado e não conseguindo se manter em pé, ele procura uma moitinha e dorme. Nisso vem uma cobrinha procurando um lugar quentinho e se aloja dentro da cueca do bêbado. Já quase amanhecendo, o sujeito se levanta doido pra urinar e, ainda meio tonto, abre o zíper e tira a cobrinha pra fora, enforcando o pescocinho da coitada. E, quando vê aquilo, ele exclama espantado:
— Ué, vô te contá uma coisa: essa boquinha ocê sempre teve, mas esse zóinho oiano pra mim é novidade.
