Tolerância zero
Tolerância zero
Cena: sujeito entrando em uma agropecuária.
— Tem veneno pra rato?
— Tem! Vai levar? — pergunta o balconista.
— Não, vou trazer os ratos pra comer aqui!!!
Cena: no caixa do banco, o sujeito vai descontar um cheque.
— A pergunta: vai levar em dinheiro???
— Não!!! Me dá em clipes e borrachinhas!!!
Cena: casal abraçadinho, entrando no barzinho romântico.
— A pergunta: mesa para dois?
— Não, mesa para quatro, duas são pra colocar os pés.
Cena: o sujeito apanhando o talão de cheques e uma caneta.
— A pergunta: vai pagar com cheque?
— Não, vou fazer um poema pra você nesta folhinha (esta é ótima!)
Cena: sujeito no elevador (no subsolo-garagem).
— A pergunta: sobe?
— Não, esse elevador anda de lado.
Cena: sujeito fumando um cigarro.
— A pergunta: ora, ora! Mas você fuma?
— Não, eu gosto de bronzear os pulmões também. (Essa é sem noção.)
Cena: sujeito voltando do píer com um balde cheio de peixes.
— A pergunta: você pescou todos?
— Não, alguns são peixes suicidas e se atiraram no meu balde.
Cena: edifício pegando fogo, funcionários saindo correndo.
— A pergunta: é incêndio?
— Não, é uma pegadinha do Faustão!!!!!! (Abraça...)
Cena: sujeito no caixa do cinema.
— A pergunta: quer uma entrada?
— Não, é que eu vi essa fila imensa e queria saber onde ia chegar.
Cena: homem com vara de pescar na mão, linha na água, sentado.
— A pergunta: aqui dá peixe?
— Não, dá tatu, quati, camundongo. Peixe costuma dar lá no mato...
