Telefonema
Manuel liga para João no telefone:
— Ora, gostaria de falar com o João.
— É o próprio!
— E aí, próprio, tudo bom? Chama o João pra mim?

Manuel liga para João no telefone:
— Ora, gostaria de falar com o João.
— É o próprio!
— E aí, próprio, tudo bom? Chama o João pra mim?

Três homens foram presos: um era português, outro turco e outro americano.
Então eles foram para a cadeira elétrica, e o guarda disse:
— Quando você estiver na cadeira, se ela não funcionar, quem estiver na cadeira estará livre. E quando estiverem na cadeira, poderão falar uma única palavra.
Então foi o turco, e ele disse:
— Ala ala.
Ele sentou, e a cadeira não funcionou.
Depois foi o americano. Então ele pensou que esse "ala" devia ser muito poderoso e também fez:
— Ala ala.
E ele se livrou.
Então foi o português, e ele pensou que esse "ala" devia ser muito poderoso e falou:
— Ala ala alá.
A cadeira estava desligada da tomada.
O português viajava pela estrada com sua família numa Besta quando, por excesso de velocidade, é parado pelo guarda:
— Muito bem, espertinho, posso ver os documentos da Besta?
— Estão aqui, seu guarda — responde, entregando os seus documentos pessoais.
— Não, não! Eu quero ver os documentos da perua! — diz o guarda.
Então o português vira-se para a mulher e diz:
— Querida, então é com você...
Havia três soldados presos em um campo de guerra: um português, um americano e um espanhol. Até que o diretor do campo resolve soltar os três soldados, mas ele só soltaria quem dissesse a piada que todo mundo risse; e, se não risse, morreria.
Lá foi o americano. O diretor e o espanhol se mataram de rir da piada, mas o português não riu.
E cortaram a cabeça do americano.
Lá foi o espanhol. Ele mal começou a contar a piada, o português se matou de dar risada. O diretor perguntou por que ele estava rindo:
— É a piada do americano.
O portuga inventou um objeto que serve para ver através das paredes. Foi patentear esse grande invento.
— Pois não, sr. Manuel, qual o nome do objeto???
— J A N E L A.
Um japonês estava em férias em Lisboa quando tropeçou numa lâmpada mágica...
— Oh!!! Uma lâmpada...
O japonês esfregou a mesma e eis que surge o gênio, que diz:
— Ora, pois!!! Tu me libertaste. Agora tu tens direito a 1 desejo só! Pense bem no que vais pedir...
O japinha pensou, pensou... e decidiu:
— Meu querido gênio: quero meu pintinho arrastando no chão...
O gênio diz:
— Shazam!!! Seja feita a vossa vontade!!!
Pow! O gênio cortou as pernas do japinha!!!
Aquele português tinha só um toquinho no lugar do braço direito, pois havia perdido num acidente, quando tava lá em Lisboa. E o Manuel (pra variar, ele se chamava Manuel) usava o relógio de pulso justamente nesse toquinho. Nisso, apareceu um gozador, desses que vivem querendo tirar uma da cara do coitado, chamando o sujeito de burro. E o cara falou:
— O, Manuel, mas você é burro, heim? Bota o relógio no outro braço, que tá perfeito!
— Ah, é? Depois eu chamo a puta da tua mãe pra vir dar corda no relógio!
Tá certo, né... Como é que ele vai dar corda se não tem o outro braço?