Tainha
Como é que o gaúcho come tainha?
A cabeça ele chupa, o meio ele dá,
e o rabo ele joga fora.

Como é que o gaúcho come tainha?
A cabeça ele chupa, o meio ele dá,
e o rabo ele joga fora.

Um gaúcho ia passeando em um circular cheio, com muitas pessoas em pé, e nisso todo o pessoal ia se encostando um no outro. Foi aí que o gaúcho olhou para trás e disse para o cara que estava atrás:
— E aí, cara, estás fazendo alguma coisa aí atrás?
E o cara respondeu:
— Não.
E o gaúcho, mais do que ligeiro, disse:
— Então tchê, dá a vez pra outro.
O gaúcho chegou no bar com seu cavalo e entrou. Pediu para o balconista uma garrafa de cerveja.
Quando estava na metade da cerveja, o cavalo do gaúcho sumiu.
O gaúcho falou:
— Muito bem, quem desapareceu com meu cavalo?
Silêncio total no bar.
— Se no fim desta cerveja meu cavalo não aparecer, irei fazer a mesma coisa que eu faço no Rio Grande do Sul.
O gaúcho tomou o último gole de cerveja.
O balconista ficou curioso e perguntou:
— O que o senhor faz no Rio Grande do Sul quando somem com seu cavalo?
— Volto para casa a pé, oras.
Você sabe como gaúcho come peixe?
Divide em 3 partes.
Come a do meio, chupa a cabeça e dá o rabo pro vizinho.
Pensamento encontrado na carteira de uma faculdade em Curitiba:
Por que os catarinenses são chamados de barriga-verde?
Porque eles gostam de fazer sexo na grama.
Dois gaúchos estavam caminhando, quando um deles tropeçou.
Então o gaúcho se curvou para ver se tinha se machucado.
O outro, mais que depressa, perguntou:
— Doeu, tchê?
E o outro respondeu:
— Dou eu, que já estou na posição!
Na divisa do estado do Rio Grande do Sul com Santa Catarina, um catarinense tinha um terreno do seu lado e um gaúcho do seu. Os dois plantavam abóbora, e nasceu uma abóbora enorme bem na divisa. O gaúcho dizia que era sua, e o catarinense insistia que era sua. Então eles resolveram que um ia carcar a jeba no outro, e quem gritasse ia perder.
Foi lá o catarinense e o gaúcho murmurando:
— Eu não vou gritar, nããão vou gritar, não vou gritar...
Até que acabou e o gaúcho disse:
— Agora é minha vez, tchê!
E o catarinense:
— Não, pode ficar, eu não gosto de abóbora mesmo!