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Mais piadas de Gaúchos

  1. Circular

    Um gaúcho ia passeando em um circular cheio, com muitas pessoas em pé, e nisso todo o pessoal ia se encostando um no outro. Foi aí que o gaúcho olhou para trás e disse para o cara que estava atrás:
    — E aí, cara, estás fazendo alguma coisa aí atrás?
    E o cara respondeu:
    — Não.
    E o gaúcho, mais do que ligeiro, disse:
    — Então tchê, dá a vez pra outro.

  2. O gaúcho e o cavalo

    O gaúcho chegou no bar com seu cavalo e entrou. Pediu para o balconista uma garrafa de cerveja.
    Quando estava na metade da cerveja, o cavalo do gaúcho sumiu.
    O gaúcho falou:
    — Muito bem, quem desapareceu com meu cavalo?
    Silêncio total no bar.
    — Se no fim desta cerveja meu cavalo não aparecer, irei fazer a mesma coisa que eu faço no Rio Grande do Sul.
    O gaúcho tomou o último gole de cerveja.
    O balconista ficou curioso e perguntou:
    — O que o senhor faz no Rio Grande do Sul quando somem com seu cavalo?
    — Volto para casa a pé, oras.

  3. Peixe

    Você sabe como gaúcho come peixe?
    Divide em 3 partes.
    Come a do meio, chupa a cabeça e dá o rabo pro vizinho.

  4. Catarinenses

    Pensamento encontrado na carteira de uma faculdade em Curitiba:
    Por que os catarinenses são chamados de barriga-verde?
    Porque eles gostam de fazer sexo na grama.

  5. Outras intenções

    Dois gaúchos estavam caminhando, quando um deles tropeçou.
    Então o gaúcho se curvou para ver se tinha se machucado.
    O outro, mais que depressa, perguntou:
    — Doeu, tchê?
    E o outro respondeu:
    — Dou eu, que já estou na posição!

  6. Força de vontade

    Na divisa do estado do Rio Grande do Sul com Santa Catarina, um catarinense tinha um terreno do seu lado e um gaúcho do seu. Os dois plantavam abóbora, e nasceu uma abóbora enorme bem na divisa. O gaúcho dizia que era sua, e o catarinense insistia que era sua. Então eles resolveram que um ia carcar a jeba no outro, e quem gritasse ia perder.
    Foi lá o catarinense e o gaúcho murmurando:
    — Eu não vou gritar, nããão vou gritar, não vou gritar...
    Até que acabou e o gaúcho disse:
    — Agora é minha vez, tchê!
    E o catarinense:
    — Não, pode ficar, eu não gosto de abóbora mesmo!