Submarino
P: Quantos portugueses precisam para afundar um submarino?
R: 2: um para bater na porta e o outro para abrir.

P: Quantos portugueses precisam para afundar um submarino?
R: 2: um para bater na porta e o outro para abrir.

Um brasileiro e um luso andam pela rua e topam com uma lâmpada. O gênio, por estar com pressa, deu 3 ovos a cada um e disse: quando quebrar o ovo, faça o desejo.
Chegando em casa, o brasileiro quebrou o 1º ovo e pediu muito dinheiro; o 2º, mulheres; o 3º, muita saúde.
E foi na casa do português (luso). Chegando, viu seu amigo triste e perguntou qual a razão da tristeza.
— O 1º ovo caiu e eu disse "caralho". O 2º desejei que sumissem os caralhos.
O brasileiro perguntou pelo 3º, e o luso respondeu:
— Pedi o meu de volta.
Você sabia que foram os portugueses que inventaram o retrovisor?
Só que foram os brasileiros que colocaram-no para dentro.
P: Por que o português colocou um balde de gelo em cima da televisão?
R: Para congelar a imagem.
P: Por que o português colocou um pedaço de queijo na antena?
R: Para ver se conseguia pegar o ratinho.
P: Por que o Manoel pôs um balde de água fervendo na televisão?
R: Porque ele queria assistir tela quente.
P: Como é que o português amarra o sapato do pé direito?
R: Põe o pé esquerdo na cadeira e amarra o direito no chão.
O Manoel faz uma ligação telefônica e atende uma voz feminina:
— Varig, bom dia!
— Por favor, senhorita, eu queria saber o tempo de voo São Paulo–Lisboa...
— Um minutinho, senhor...
— Muito obrigado!
E o português desliga o telefone...
O pneu do carro do Manuel fura diante de um hospício. Ele desce e tira as porcas da roda, mas elas escorregam para dentro de um bueiro.
Um dos internos assiste à cena do lado de dentro das grades do manicômio e aconselha o Manuel:
— Tire uma porca de cada uma das três rodas para segurar a que ficou solta, até chegar a um posto.
— Fenomenal! Muito boa ideia. Obrigado! Olhe, eu nem sei por que tu estás aí dentro.
— Eu estou aqui porque sou doido, não porque sou burro!
Um português estava andando no Brasil e ficou reparando que havia um monte de casas uma em cima da outra, que eram chamadas de prédios. Então o português resolveu comprar um prédio e levar para Portugal arrastando. Comprou tudo certinho, aí ele ficou pensando como eu vou fazer, não tem jeito, vou ter que arrastar isso. Empurrou, empurrou, empurrou. O português começou a suar e tirou a camiseta e colocou em um ferro que tinha ao lado do prédio. E continuou empurrando. Passou um trombadinha e levou a camiseta do português, nisso passou um brasileiro e…