Sonho, rosca, parafuso
O que é o que é que tem sonho mas não dorme, tem rosca mas não é parafuso, e tem mel mas não é abelha?
R: Confeitaria.

O que é o que é que tem sonho mas não dorme, tem rosca mas não é parafuso, e tem mel mas não é abelha?
R: Confeitaria.

Um dia, Pedro andava na roça quando viu seu amigo João sentado, triste e totalmente sujo. Então Pedro pergunta para João:
— O Jão, por que cê tá triste?
João responde:
— É porque acabei de enterrar minha sogra.
Então Pedro pergunta de novo:
— E por que você tá sujo?
— É porque ela não queria ser enterrada.
Um homem passava em uma rua e viu dois cachões e uma fila enorme com um monte de homens...
Esse homem perguntou para um moço:
— Por que estão esses dois cachões e essa fila enorme aí?
Então o moço respondeu:
— Os dois cachões é porque a minha mulher e a minha sogra morreram!
O homem falou:
— Meus sentimentos! Mas como elas morreram? Posso saber?
— Claro que pode saber! O meu cachorro atacou a minha mulher e aí a minha sogra foi tentar ajudar e o meu cachorro acabou matando as duas!
O homem disse:
— Me empresta o seu cachorro?
O moço retrucou:
— Entra na fila!
A sogra do seu Carlos endoidou e queria pular da janela, então ele usa o telefone para pedir ajuda. Então uma senhora atende:
— Alô???
— Socorro, minha sogra quer pular do prédio.
— O senhor errou o número, aqui é carpintaria.
— Eu sei, é que a janela não abre.
A sogra chegou na casa da filha e o genro disse:
— Que horas a senhora vai embora???
E ela respondeu:
— Só na hora que vocês enjoarem de mim!!!
Então o genro respondeu:
— Ah!!! Que pena!!! Não vai dar nem tempo da senhora tomar um cafezinho!?!?!?!?!?
A sogra chega na casa do genro de mala e cuia, e o genro logo pergunta:
— Quanto tempo a senhora pensa em ficar aqui?
A sogra responde:
— Até vocês enjuarem de mim.
O genro logo fala:
— Que pena, não vai dar nem pra gente tomar um cafezinho.
Em um cemitério ocorria um velório. E lá estava um cara com um cachorro pitbull com uma fila enorme atrás, e dois caixões. No buteco do lado, um homem viu que estava algo errado e, por curiosidade, foi perguntar ao cara que estava com o cachorro.
— Quem morreu?
— Minha mãe.
— Como?
— Esse cachorro a atacou.
— E o outro caixão?
— É minha sogra, que o cachorro também a atacou.
E o cara pensou e perguntou:
— Me empresta seu cachorro?
— Entra na fila.