Seu cavalo!
O sujeito está tranquilamente lendo o jornal quando a mulher lhe dá com a frigideira na cabeça.
— Você está maluca? — reage ele, furioso.
— Isso é pelo bilhete que eu encontrei no bolso da sua calça, com o telefone de uma tal de Marilu.
— Mas, querida, isso foi no dia em que fui à corrida de cavalos! Marilu foi o cavalo em que eu apostei e o número era o valor total das apostas...
A mulher se desdobra em desculpas até que, dias depois, o marido está lendo jornal e, pimba!, leva outra frigideira na cabeça.
— O que foi agora? — protesta ele.
— O seu cavalo está no telefone...
