Portuga caminhoneiro tarado
Manoel estava viajando com seu caminhão cheio de tesão por uma bunda feminina. Depois de horas de viagem, encontra numa parada uma jovem linda e apetitosa com um belo rabo. O Manoel fica louco, vai até a moça e diz:
— Dou 1000 reais pra comer sua bunda.
E a mulher responde:
— Não, minha bunda eu não dou por dinheiro nenhum.
O Manoel:
— Te dou 2000.
Ela:
— Não, que isso.
— Te dou 3000.
— Não, eu já disse.
— Te dou tudo que tenho, 5000.
Ela falou:
— Não dou por dinheiro nenhum, já falei. O único jeito que eu deixaria você comer minha bunda é se você conseguir um mero cantando no seu ombro.
O Manoel ficou doido e saiu atrás do mero, e nada de encontrar. Foi para a mata e encontrou um negão com 2 metros de altura com um mero no ombro cantando que era uma beleza. Ele falou pro negão que dava mil reais pelo mero. O negão falou:
— Não vendo esse mero por dinheiro nenhum.
— Te dou 2000, 3000, 5000 e tudo que tenho.
E o negão:
— Já falei que não vendo. Só tem uma maneira de você conseguir o mero.
O Manoel, empolgado:
— Qual é a maneira? Fala, fala...
— É você me dando a bunda.
O Manoel ficou bravo:
— Que que isso, eu sou homem!
O negão:
— Então não leva o mero.
O Manoel se lembrou daquela bunda, olhou pra um lado e pro outro, só tinha mato, ele pensou e não tem ninguém vendo mesmo, e falou pro negão que topava. O negão falou:
— Tá vendo aquele barranco ali? Tira a calça e põe a mão no barranco.
E assim Manoel fez. Quando o negão tirou a cepa exagerada, o Manoel se assustou e pensou na bunda maravilhosa que o esperava e deixou o negão. Quando ele foi colocar, o Manoel falou:
— Peraí, como é que eu vou saber que depois você não vai fugir com o mero?
O negão deu o mero pra ele segurar na mão esquerda e foi o negão colocando tudo. O Manoel deu o maior grito:
— Uau, caralhos, tá doendo, portuga!
O Manoel não esmaguei (matei) o mero.
