Poema
Professora: — Joãozinho, faça um poema.
Joãozinho: — Tá. Hhhuummmm? Tá! Urubu tem pelo no cu.
Professora: — Não, Joãozinho, palavrão não pode!
Professora: — Então, urubu tem pelo no pé, não tem no cu porque a psora não quer!

Professora: — Joãozinho, faça um poema.
Joãozinho: — Tá. Hhhuummmm? Tá! Urubu tem pelo no cu.
Professora: — Não, Joãozinho, palavrão não pode!
Professora: — Então, urubu tem pelo no pé, não tem no cu porque a psora não quer!

Joãozinho espirituoso
A professora pergunta ao Joãozinho:
— Quantos ovos uma galinha põe por dia?
— Não sei, fessora! — diz o menino, que costumava ter resposta pra tudo.
Com ironia, ela diz:
— Hehehe! Te peguei.
Ele coça a cabeça, nervoso, mas também faz uma pergunta:
— Fessora, quantas tetas tem uma porca?
— Hã... Não sei, Joãozinho! — ela responde.
— Aí, tá vendo? Tu me pega pelos ovos, eu te pego pelas tetas!!!
Joãozinho era um menino que falava muitos palavrões. Certo dia, sua mãe foi pedir ajuda ao pastor para que o filho parasse com esse hábito. O pastor lhe deu a ideia de que, durante um mês, a cada palavrão que ele falasse, ela descontaria 10 centavos da mesada dele e doaria pra igreja. No fim do mês, o pastor foi até a casa deles: — E então, Joãozinho, quantos palavrões você falou este mês? — 99. — disse ele, muito irritado. — Então me dê R$ 9,90. — cobrou o pastor. Joãozinho tirou uma nota de 10 reais do bolso e deu ao pastor. — Mas eu não tenho dez…
A professora pede para cada aluno fazer um relatório do Dia das Mães falando "mãe só tem uma".
Então Matheus chegou e falou para a professora:
— Eu precisava de R$ 5,00, minha mãe me deu, e eu digo "mãe só tem uma".
— Sua vez, João.
— Minha mãe mandou eu catar duas cervejas na geladeira e só tinha uma, por isso eu digo "mãe só tem uma".
Numa cidade do interior, Joãozinho entra na igreja e vai direto ao confessionário.
— Padre, eu pequei.
— O que foi que você fez, Joãozinho?
— Padre, eu comi jiló.
— Mas comer jiló não é pecado, Joãozinho.
E Joãozinho, todo satisfeito, saiu da igreja.
No outro dia, Pedrinho entra na igreja confessando que também comeu jiló.
E o padre, mais uma vez, disse que comer jiló não era pecado.
No domingo, dia de missa, o padre observa um garoto que ainda não conhecia.
Ao fim da missa, o padre se dirige ao garoto, o cumprimenta e pergunta seu nome.
— Padre, meu nome é Clebinho, mas pode me chamar de jiló.
Joãozinho pede para Maria subir no pé de goiaba para arrancar uma goiaba pra ele, em troca dava 1 real para Maria.
Maria disse:
— Vou pedir para mamãe.
A mãe de Maria disse que não, se Joãozinho ia olhar a calcinha de Maria.
Maria falou para sua mãe e disse:
— Mãe, arranquei a goiaba para o Joãozinho.
A mãe de Maria disse:
— Minha filha, ele viu sua calcinha?
Maria disse:
— Não viu não, porque eu tirei.
Joãozinho era um moleque muito peralta em sala de aula e não prestava atenção no que a professora dele dizia. Tudo começou no 1º dia de aula da professora de sexologia, quando a professora apresentava os alunos uns aos outros, e Joãozinho, na maior bagunça com os colegas, no fundo da sala de aula. A professora o chamou e disse: — Você aí, rapaz, no fundo da sala, venha cá e se identifique aos seus amigos e qual a importância da minha matéria. Respondeu: — Primeiramente, o meu nome é Joãozinho e, por segundo, a sua matéria é muito fácil, seria saber o…