Pó dela
Um carioca que veio passar as férias em São Paulo viu uma farmácia e disse à mulher:
— Amor, vou gozar da cara desses paulistas.
Ele chega no balcão e pergunta ao vendedor:
— Ei, você tem pó dela?
Ele, pensando, responde:
— Pó dela? Calma aí.
Ele foi, pegou um livro grossão e virou de folha em folha, pegou outro, outro, e falou para o carioca:
— Ei, acho que pó dela chega semana que vem.
O carioca responde:
— Tá bom, então.
Passou uma semana e ele voltou lá:
— E aí, chegou o pó dela?
O vendedor responde:
— Amanhã chega.
Neste mesmo dia, à noite, o paulista chega em casa puto da vida com o carioca. Daí ele vai e pensa: "Aê, vou gozar da cara desse carioca."
Ele vai, pega a forma de bolo, faz cocô nela, põe no forno e deixa torrar. Depois ele vai, mói e coloca num pote e escreve "pó dela". No outro dia, fala o carioca:
— E aí, chegou o pó dela?
O vendedor fala para ele:
— Chegou.
O carioca pega o potinho, abre, põe o dedo no pote e depois na boca e diz:
— Pô, cara, isso é bosta!
Ele responde:
— Não, é pó dela.
Se não gostaram da piada, vão tomar no seus cus então, seus viados.
