Piriri pororó
O rei de uma pequena vila do século XII resolveu casar sua filha, a mulher mais linda do reino, com um concurso que valia a mão da princesa.
O concurso era o seguinte:
Quem tinha o pau maior ganhava!
Todos se inscreveram, menos Yolaus.
Ele não se inscreveu porque tinha o pau muito pequeno e sabia que iria perder.
Até que o mago do rei viu que Yolaus não se inscreveu e resolveu falar com ele:
— Yolaus, por que você não se inscreveu? — perguntou o mago.
— É que eu tenho o pau muito pequeno e sei que não vou ganhar nunca! — respondeu Yolaus.
— Isto não é mais problema. Fique com esta poção e, quando tomar, você pode controlar o tamanho do seu pau. É só falar piriri que ele vai crescendo e pororó que ele vai diminuindo — disse o mago.
Todo contente, Yolaus se inscreveu e, no outro dia, o grande concurso!
Quem liderava o concurso era Atheus, com um pau com 27,6 cm de comprimento. Daí Yolaus, vendo que era o próximo, começou a falar:
— Piriri piriri piriri piriri...
Yolaus ganhou o concurso com 29,3 cm de comprimento.
Ele casou com a princesa e, na festa do casamento, que foi na sala de jantar real, aquela mesona enorme com vários convidados e os recém-casados nas pontas da mesa, cada um de um lado, ela estava com um vestido curto, ele ansioso para comer ela. Ele pegou um papel e escreveu:
Abaixe sua calcinha e abra as pernas!
Yolaus botou o papel na cabeça do pau e começou a falar:
— Piriri piriri piriri piriri...
Até chegar do outro lado da mesa.
A princesa percebeu algo cutucando, quando olhou para baixo e viu o papel, leu e fez o que ele havia pedido. A princesa deu um sinal de que havia feito o que pedia, e Yolaus começou:
— Piriri piriri piriri...
Quando ele sentiu que havia penetrado, começou a dizer:
— Piriri pororó piriri pororó piriri pororó...
