Pipoca
Joãozinho acordou com vontade de comer pipoca:
— Mãe, quero pipoca!
— Não tenho, meu filho, vá estudar!
E Joãozinho foi estudar e, mais tarde, se tornou um homem bem rico e comprou muita pipoca.

Joãozinho acordou com vontade de comer pipoca:
— Mãe, quero pipoca!
— Não tenho, meu filho, vá estudar!
E Joãozinho foi estudar e, mais tarde, se tornou um homem bem rico e comprou muita pipoca.

Joãozinho estava soltando pipa quando, de repente, sua pipa prende na árvore da casa da dona Teresa. Ele começa a chamar:
— Dona Teresa, dona Teresa.
Ela responde:
— Já vou, estou saindo do banho.
Dona Teresa vem enrolada na toalha e pergunta a Joãozinho o que ele quer.
Ele responde:
— Pode pegar minha pipa que prendeu na sua árvore.
Quando ela se vira, a toalha cai.
Joãozinho olha assustado e pergunta:
— Dona Teresa, o que é isso?
Ela responde:
— É a natureza, Joãozinho.
No outro dia, Joãozinho vai para a escola. Lá a professora lhe pergunta:
— Joãozinho, o que é a natureza?
Ele responde:
— É a bunda da dona Teresa.
Certo dia, Joãozinho perguntou ao pai: — Pai, o que é política? E o pai: — A política envolve o poder econômico, o povo, o futuro do país, o governo e a classe trabalhadora. Vou usar a nossa casa como exemplo. E o pai continua: — Eu, que trago dinheiro para a casa, sou o poder econômico; sua mãe administra o dinheiro, ela é o governo; seu irmão menor é o futuro do país; você é o povo; e a Zefinha, a babá do seu irmão, é a classe trabalhadora. No mesmo dia à noite, Joãozinho acorda com o choro do irmão; quando ele vai ver, seu irmão está todo cagado…
Joãozinho ia todos os dias de ônibus para a escola. E sempre cantava a mesma música:
"Se minha mãe fosse uma galinha e meu pai galo, eu seria um pintinho!"
No dia seguinte:
"Se minha mãe fosse uma mulher e meu pai um homem, eu seria um menininho!"
O cobrador do ônibus, já de saco cheio, falou:
— E se sua mãe fosse vadia e seu pai drogado, o que você seria?
— Aí eu seria cobrador!
Joãozinho (dócil): Mamãezinha, o que é que eu vou ser quando crescer?
A mãe (nervosa): Nada, não, menino! Já te falei que você tem câncer!
Numa sala de aula onde havia alunos de várias classes sociais, a professora (P) pede para explicarem o que é óbvio. Pergunta a um aluno de classe alta: — Joãozinho, o que é óbvio? — Bem, professora, é assim: pela manhã meu pai acorda, o café já está servido. Aí ele toma o café, lê o jornal, pega sua Mercedes para ir ao escritório e é óbvio que a BMW da mamãe está na garagem. Então a professora pede para o Pedrinho, que é de classe média baixa: — Pedrinho, o que é óbvio? — Professora, é o seguinte: de manhã bem cedo o papai acorda, toma café, pega o…
Na sala de aula, a professora chama Joãozinho pra arguição e fala:
— Joãozinho, a frase "eu fui bonita", o que é?
— Particípio passado, professora.
— E "eu sou bonita"?
— Aí é mentira.