Pequena dívida
Era uma vez um gaúcho macho, só ele, de uma cidadezinha do interior, que tinha uma filha bonita, virgem, que nunca pensou em sair com um homem, se quer saía de casa!
Certa feita, ela arrumou um casamento com um advogado formado, rico. Depois do casamento e tudo, eles foram para a noite de núpcias na mansão do advogado. Chegando lá, ele quis desfrutar do casamento, e ela, assustada, saiu correndo e foi para a casa do pai, gritando:
— Pai! Pai!
— O que foi, minha filha?
— Ele tirou a roupa e quis me comer!
— O que?! Pera aí que vou lá dar um jeito nele!
Foi o pai lá conversar com o Dr.
— Mas como assim! O que foi que você fez pra ela, seu trambiqueiro?!
— Ué! Nada, nós estamos em lua de mel, não estamos, então!
O pai percebeu o que tinha acontecido e foi falar com a filha!
— Filha, é assim mesmo! Vocês casaram agora, ele tem direito!
Daí a filha voltou lá!
Dali meia hora, a filha de novo:
— Pai! Pai! Pai!
— O que foi, filha, dessa vez?!
— Agora ele quer fazer sexo anal, ele quer me comer o cú!
O pai, indignado, saiu correndo com um facão na mão, falando:
— Deixa que eu resolvo a parada!
Chegando lá, ele foi em cima do cara!
— Mas tchê! Você tem dois minutos pra me convencer a não te matar!
— Olha, meu Sr., é o seguinte! Eu casei no civil e no religioso, eu tenho direito nos dois, não tenho?
O velho parou, pensou! Pensou e foi embora brabo!
— Filha, é assim mesmo, vocês casaram no civil e religioso! Ele tem direito!
A mãe, curiosa com o que o velho fez, perguntou:
— Então, meu amor, como foi lá?
O pai respondeu:
— Cala a boca!
— Mas, amor, eu sou sua esposa, você tem que me contar o que você fez!
— Não fala comigo! Cala essa boca! Você tá me devendo 40 anos de cú!
