Pedacinho que o porco comeu
Um jovem de boa aparência, e bem dotado tipo pé de mesa, mesa alta, se casou. No dia da sua lua de mel tudo corria às mil maravilhas, até o ato da penetração: a moça começou a virar os olhos e morreu. Algum tempo depois ele conheceu outra moça e casou-se com ela. Novamente a tragédia aconteceu. O jovem ficou traumatizado e se entregou à bebida. Um dia, ao passar meio porrado numa dessas ruas onde ficam cheias de ciganos querendo ler as mãos, uma cigana olhou para ele e disse-lhe:
— Posso ler a sua mão? Pois vejo que você tem dois traumas em sua vida.
Ao ouvir o que ela disse, esticou a mão e ela foi logo dizendo:
— Olha a mulher que vai fazer você feliz.
E passou-lhe como seria esta mulher. Passado um tempo, ao chegar em uma festa, ele olhou para um canto e coincidentemente lá estava a mulher do jeito que a cigana lhe falara. Meio tímido, foi até a moça e logo começou o seu papo meio sem graça. Não demorou muito e começaram a namorar, ficaram noivos e logo depois se casaram. Na lua de mel, porém, ele estava completamente apavorado, pois já havia matado duas esposas. A moça, porém, já estava na cama toda saliente para aproveitar. Ele apagou as luzes e ficou na ante-sala do quarto, escondido, e ela falava para ele:
— Vem, meu amor, vamos brincar.
E ele respondeu, meio sem graça, querendo desanimá-la, disse para ela:
— Eu tenho um trauma desde pequeno: quando fui fazer chichi perto do chiqueiro que havia lá em casa, o porco veio e comeu a metade do que você quer.
Ela já estava toda excitada e disse para ele:
— Não tem problema, eu me contento com o que sobrou.
Ele, que já não se aguentava, correu para cima dela e de cara começou a penetrá-la, sempre atento à sua reação. De repente ela começou a se debater como louca. Ele, mais do que de pressa, lhe pergunta:
— O que foi, meu amor, você está morrendo?
E ela lhe disse:
— Meu bem, que falta está fazendo o pedaço que o porco comeu.
