Pecadoras
Numa igreja do interior, o padre está lá no confessionário quando chega uma jovem e diz:
— Seu padre, eu vim falar pro sinhô que hoje eu acho que eu pequei, é, eu pequei.
— Que foi, minha filha? — disse o padre.
Ela diz:
— É que eu tenho um namorado que ele disse "passa a mão na minha calça", eu passei, a calça começou a ficar dura, eu disse "o que é isso?", ele disse "é meu peru", e tirou pra fora, eu disse "nooossa", ele disse "pega". Eu não aguentei, seu padre, eu segurei, apertei, apertei, que a cabeça do membro chegou a ficar roxa, ele disse "larga, porra, larga", eu não queria largar, ah!
O padre diz:
— Minha filha, que que é isso? Vai lá lavar a mãozinha, viu, e tá perdoada.
Veio outra e disse:
— Seu padre...
Ele:
— Que foi, porra? (já tava meio irritado)
Ela:
— Sabe o que é? Eu hoje pequei porque eu tenho um namorado que disse "deixa eu passar a mão na tua bunda", eu disse que isso aí é lugar de fazer cocô, mas ele tanto insistiu que eu deixei, a calça dele começou a aparecer um volume e ele tirou uma coisa enorme pra fora e disse "pega". Eu não aguentei, seu padre, eu agarrei (porra, nessa cidade todo mundo segura em pau, pensa o padre), apertei, apertei, apertei, AAAAAiiiiii.
— O que foi? — disse o padre.
Ela:
— Não, eu me enganei, tava segurando o saco, ele deu um berro.
— Vai lá lavar a mão e que Deus te perdoe — diz o padre.
Veio outra e disse:
— Seu padre...
Ele diz:
— Já sei, no mínimo pegou no pau de algum namorado.
Ela:
— Não, seu padre, eu dei a bunda.
— Nossa, você deu a bunda? — disse o padre.
Ela disse:
— Eu dei a bunda.
Ele então:
— Vai lá e lava essa bunda, menina.
Quando ela tá lá lavando a bunda, grita uma velhinha lá do fundo do corredor:
— Minha filha, cof, cof, cof, não suja muito a água que eu tenho que fazer um gargarejo.
