Patricinha
Como uma patricinha sai do motel?
R: Toda metidinha.

Como uma patricinha sai do motel?
R: Toda metidinha.

Cinco pessoas estavam procurando um nome para dar a uma fábrica de carros. De repente ouviram um barulho numa moita e viram um gaúcho de pé dizendo:
— Enfiatê!!!
Após alguns dias caminhando pelo deserto à procura de comida, o homem encontrou uma lâmpada e a esfregou.
Saiu um gênio que lhe disse:
— Como me libertou da lâmpada, vou te conceder um pedido. Vamos, peça de uma vez.
— Eu quero que tu construa uma estrada cheia de água e restaurantes de graça até a minha casa.
— Ó, não, este é muito difícil. Peça outra...
— Então, já que vou morrer aqui no deserto, eu quero que o meu time do coração seja campeão do mundo nos próximos 2 anos.
— Tá bom, mas qual é o seu time?
— Flamengo.
— Só me diz uma coisa: aquela estrada que você queria era com uma ou duas vias?
O Pedrinho perguntou para a mãe dele:
— Mamãe, o papai faz cocô mole na cama?
A mãe responde:
— Não, filhinho, por quê?
— Porque ontem à noite eu escutei você dizendo:
— Tira essa bosta mole daqui!
O filho pergunta o que é política para o pai, para seu trabalho da escola. O pai responde: — Bem, meu filho, a política envolve poder econômico, governo, povo, futuro do país e classe trabalhadora. O filho diz: — Não entendi. E o pai diz: — Bem, vou usar nossa casa como exemplo: * Como eu trago o dinheiro para casa, sou o poder econômico. * Sua mãe, como administra e gasta, é o governo. * Como cuidamos de suas necessidades, você é o povo. * Seu irmão Zezinho é o futuro do país. * E a babá de seu mano é a classe trabalhadora. Entendeu, meu filho? — É…
O coelho pai queria fazer uma aposta com o coelho filho. Então colocou uma fileira de coelhas para ver quem comeria o maior número de coelhas. O pai em uma ponta e o filho em outra.
E aí o pai começa com a primeira.
O pai:
— Depois de ter comido a primeira: muito obrigado, dona coelha, um gostoso.
E aí seguindo de coelha em coelha.
Do outro lado o filho começa também:
— Bom dia, dona coelha, um muito gostoso, obrigado.
E passa para a seguinte, e os dois empolgados começam a comer as coelhas.
O filho:
— Um muito gostoso, obrigado, dona coelha.
E assim vai passando de coelha em coelha, e quando vai para a próxima:
— Um desculpa, pai.
Num reinado, o filho do rei morre engasgado com uma uva. Muito triste, o rei decreta:
— Nunca mais me tragam frutas. Se me trazerem, eu vou mandar enfiar no rabo de quem trazer...
Mas as pessoas continuavam, e assim era feito: levavam até a torre e então enfiavam tudo no rabo.
Um dia um cara ia levando uma caixa de bananas, então levaram-no até a torre e, enfiando as bananas, ele começa a dar risada sem parar, e as bananas entrando, e os soldados perguntam:
— Por que sorris?
Ele, em crise de risos, responde:
— Um amigo meu vem aí com 10 caixas de abacaxi!!!