Padre tarado
Certo dia Joãozinho resolveu se confessar. Chegando à igreja com a cara mais lavada, começam o diálogo:
— Padre... Joãozinho, me diga qual o seu pecado?
— Padre, comi o cú do gato!
— Pelo amor de Deus. Volte já para casa, reze 10 Pai-Nosso, 10 Ave-Maria e tá tudo resolvido.
Depois de uma semana, Joãozinho volta novamente para se confessar e novamente começam:
— Joãozinho! Você aqui novamente. Me diga qual o seu pecado.
— Padre, comi o cú do gato de novo.
— Mas Joãozinho, novamente. Por favor, não me faça mais isso. Volte para casa, reze 20 Pai-Nosso, 20 Ave-Maria, e vê se toma jeito.
Na semana seguinte, e na seguinte, e na seguinte, durante seis meses a mesma cena se repetiu. Joãozinho ia à igreja para se confessar e repetia a mesma coisa: "Padre, comi o cú do gato, Padre, comi o cú do gato".
Até que um dia, quando Joãozinho chegou novamente à igreja para se confessar com a mesma frase: "Padre, comi o cú do gato", o padre, encabulado, perguntou:
— Ô Joãozinho, vem cá. Como é que você faz para comer o cú do gato?
E Joãozinho lhe responde:
— Padre, é muito fácil. Eu pego o gato, mato, corto o cú dele, frito e como.
E o padre, puto da vida, resmunga:
— Porra, Joãozinho, por que você não me disse antes? Eu já estou todo arranhado.
