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Os maconheiros

Piada de Outras

Certo dia, São Pedro e São Jorge, ambos porteiros dos portões do céu, estavam comentando da calmaria que se passava lá em cima: ninguém chegava, ninguém ia embora. Até que chegaram 2 sujeitos, um deles era Thiago e o outro se chamava Zé da Erva.
São Pedro foi logo perguntando:
— Qual seu nome? E o que você fez lá na terra?
— Bom, meu nome é Thiago, eu servi a Deus durante a minha vida inteira, sempre ajudei os pobres, nunca bebi, nunca menti e nem traí.
São Pedro:
— É, você foi um grande exemplo para todos, pode passar pelos portões do céu.
São Jorge:
— E você?
Perguntou ao Zé da Erva:
— É, não vou mentir não, matei muita gente, bebi mesmo, bati mesmo e fumei muita maconha, purque?
São Jorge:
— Mas o que é maconha?
São Pedro junto de São Jorge foram pedir para Nossa Senhora que ficasse no lugar deles, para que eles fossem à Terra e descobrissem o que é maconha (eles só tinham 2 dias).

Passou 1 mês, 2 meses, 3 meses, até que no quarto mês eles ligaram:
São Pedro e São Jorge:
— E aí, cidinha firmeza, libera o Zé da Erva que o barato é muito louco, ó, e manda um salve aí pro poderoso, falou!!...

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  1. Morte trágica

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  2. Necessidade necessária

    O cara tava necessitado de fazer uma necessidade e não há necessidade de se dizer aqui qual era a necessidade.
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  3. Sacanagem "santa"

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    — Padre, coloca seu pau na minha buceta.
    — Não posso. Isto é um lugar santo, só deve ser usado para reprodução.
    — Padre, então coloca seu pau no meu ouvido.
    — Não posso. Isto é pecado, seu ouvido serve para escutar a Deus.
    — Padre, então coloca seu pau na minha boca.
    — Não posso. Isto é pecado, sua boca serve para transmitir a palavra de Deus.
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    Mas agora, chorosos, disseram que eles é que não sabiam quem eram.
    Os patinhos prontamente responderam que fedorentos daquele jeito, e branco e preto, só poderiam ser corintianos.

  5. Tortura chinesa

    Um homem se perdeu no meio da China. Passou três meses dormindo em cavernas e comendo plantas, passando frio e fome. Um belo dia ele avistou no alto de um monte uma enorme casa chinesa. Correu em sua direção e bateu à porta. Abriu-a um senhor chinês de longas barbas brancas, que perguntou o que o esfarrapado rapaz desejava. — Estou há mais de três meses perdido pelos campos, dormindo em cavernas frias, comendo plantas. Por favor, eu gostaria de uma cama limpa, um lugar para me banhar e um prato de comida decente. Estou muito cansado e faminto. O velho…

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  6. O baile

    O ponto final (.) estava apaixonado por um asterisco (*) e ficou sabendo que sua amada iria a uma festa de arromba numa danceteria badalada da cidade.

    Animadíssimo, ele se vestiu usando sua melhor roupa e foi correndo à tal festa. Chegando lá, acabou barrado pelo segurança, que disse:

    — Aqui o senhor não pode entrar, para esta festa só foram convidados os asteriscos (*).

    — Ué, não deu para perceber? Eu sou um asterisco. O problema é que eu passei gel no cabelo, sacou?