SergeiCartoons piadas – página inicial
Categorias

O trabalho

Piada de Adultas

A professora manda a classe fazer um trabalho e fala o tema:
— O primeiro tema é império, o segundo é sexo, o terceiro é religião e o último é mistério. Podem começar!
A professora, pensando que eles iriam demorar, vira as costas, quando depois de 15 segundos Joãozinho fala:
— Terminei, professora.
— Já, Joãozinho!?
— Já sim, professora.
— Pois então leia o trabalho.
Joãozinho diz:
— A rainha tomo no cú. A meu Deus, quem terá sido?

Moral: rainha império, cú sexo, a meu Deus religião, quem terá sido mistério.

Nota 10 para o Joãozinho!!!!

Cartão para compartilhar com a piada “O trabalho”

Mais piadas de Adultas

  1. O gênio da lata

    O mendigo estava passeando pela rua quando chutou uma lata de Coca-Cola e dela saiu um gênio português, que disse:

    — Pois já que você me libertou, você terá direito a 3 pedidos!

    — Senhor gênio, eu quero dinheiro!

    — Terás.

    Bummm!!! Apareceu o dinheiro, e o gênio fala:

    — O que queres mais?

    — Senhor gênio, quero a mulher mais linda do mundo pelada aqui na minha frente!

    — Terás!

    Bummmm!! E aparece a tal mulher, e o gênio continua:

    — O que queres mais?

    — Senhor gênio, pra encerrar, eu queria que meu pau ficasse rastando no chão!

    — Terás!

    Bummm!! O gênio corta as duas pernas do mendigo!!!!!!!!

  2. A sirola do matuto

    O cara mora em cidade do interior. Muito matuto, ainda era do tempo que cueca se chamava cirola (tipo bermuda). Então comprou dois metros de pano para fazer uma cirola nova. Só que a cirola foi feita com apenas 0,5 m (meio metro) e o restante ele guardou em casa. Então, à noite, foi para a casa da noiva. Só que no caminho deu uma dor de barriga nele, então foi defecar. Tirou a cirola para não sujar e pendurou em um galho de mato. Terminando de defecar, vestiu a calça esquecendo de colocar a cirola. Ao chegar na casa da noiva, falou pra ela: — Tenho um…

    Ler a piada completa: A sirola do matuto →

  3. O ET tarado

    O ET foi ao estádio de futebol. Chegando lá, ele começa a apertar o ombro do cara que está à sua frente. Na primeira vez o cara fala:

    — Para, mané!

    Na segunda vez:

    — Ô, porra, para!

    E na terceira chutou o saco do ET, e ele começou a rir. E o cara lhe perguntou:

    — Como você ri? Isso dói.

    O ET responde:

    — Nós do meu planeta não temos saco!

    — Então como vocês transam?

    E o ET apertou-lhe o ombro novamente.

  4. A primeira vez de uma bicha

    A bichinha estava nervosa: era o primeiro programa.

    Logo de cara, para começar uma vida ativa, veio um negão. Antes do pau comer, a bichinha diz:

    — Cuidado, bofe! É apertadinho!
    — Que apertadinho que nada, sua bicha vagabunda. — diz o puta negão.

    — Ah, é! — retruca a bicha. — Então enfia um dedo!

    O nego coloca um dedo.

    — Enfia outro dedo! — diz ela louca.

    O nego coloca mais um dedo.

    — Enfia a mão inteira! — ela quase lá.

    O nego enfia a mão inteirinha.

    — Cola a outra mão! — a bicha virava o olho.

    O nego então coloca a outra mão também.
    E a bicha:
    — Bate palmas!
    — Não dá, pô!

    — Tá vendo, bofe! Eu não disse que era apertadinho?

  5. A visita

    Joãozinho era muito burro e não sabia de nada.
    Um dia ele perguntou a sua mãe o que era visita. Ela estava brigando com o irmão de Joãozinho e assim respondeu:
    — Fedaputa!
    Perguntou o que era tapete e sua mãe responde:
    — Pôrra!
    Perguntou o que era sofá e sua mãe, não dando a mínima para ele, respondeu:
    — Pinto!
    Joãozinho pergunta:
    — O que é louça?
    Sua mãe responde:
    — Buceta!
    No outro dia, uma amiga de sua mãe vem visitá-la em sua casa e Joãozinho, tentando ser educado, vai atender a visita dizendo:
    — Entra, fedaputa, limpa o pé na pôrra, senta no pinto que minha mãe está na cozinha lavando a buceta.

  6. 50 reais

    Joãozinho era um menino muito sapeca. Todos que passavam por ele eram xingados por nomes como: filho da puta, desgraçado, e muitos outros.
    Um dia sua mãe teve uma brilhante ideia: levar Joãozinho até o padre vigário para ver se ele parava com essa xingação.
    O padre estabelece uma regra: "Toda vez, Joãozinho, que você disser um palavrão, você deve me pagar 1 real".
    Dali um mês, Joãozinho chega até o padre e diz:
    — Padre, durante este mês falei 49 palavrões e está aqui uma nota de 50 reais.
    O padre diz:
    — Num tenho troco de um real.
    E Joãozinho diz:
    — O senhor vai tomar no cu que fica tudo certo.