O réu
O juiz interroga o réu:
— Admite que é culpado?
— Não, meriticimos.
— Tem um álibi?
— O que é um álibi?
— Alguém o viu no momento que estava acontecendo o crime?
— Ninguém, graças a Deus.

O juiz interroga o réu:
— Admite que é culpado?
— Não, meriticimos.
— Tem um álibi?
— O que é um álibi?
— Alguém o viu no momento que estava acontecendo o crime?
— Ninguém, graças a Deus.

É assim!
Uma noite, na área de uma casa, um ladrão havia entrado, só que tava tudo escuro, e ele tava com uma lanterna, só que ele tava pondo a lanterna no chão para ver se ele não ia tropeçar.
Do nada, ele ouve uma voz:
— Cuidado, Jesus tá te olhando!
Aí ele apontou a lanterna pra um lado, não viu nada, pro outro e não viu nada, e desistiu de procurar.
Do nada, novamente ele ouve a voz:
— Cuidado, Jesus tá te olhando!
No que ele apontou a lanterna pro lado, ele viu um papagaio, aí ele perguntou:
— Por acaso você é Jesus?
O papagaio respondeu:
— Não, eu sou Judas; Jesus é o rottweiler deitado ali no chão.
A polícia está dando a maior batida por conta de um assalto ocorrido no banco, quando para uma Kombi cheia de japoneses.
— Desce todo mundo! — ordena o policial. — Mãos na cabeça!
Eles obedecem em silêncio.
— Agora um por um, vai falando o nome — torna o policial.
E eles:
— Sartamo Obanko.
— Matamo Okasha.
— Kontiro Nosako.
— Katamo Osnique.
— Saimo Koreno.
— Fugimo Nakombi.
— Osguarda Pararo.
— Tomamo Noku.
Dois amigos que não se viam há um bom tempo se encontram no centro da cidade. Um deles pergunta: — E aí, trabalhando muito? — Tô desempregado! A coisa tá difícil... — responde o outro. — Eu não posso reclamar... O coitado que não tem emprego repara o braço do amigo e percebe que ele está usando um relógio lindíssimo. No mesmo instante elogia: — Realmente, você não tem do que reclamar. Olha só esse relógio, que beleza! Custou caro? — Não, ganhei em uma corrida. — Uma corrida? Que legal! E tinham muitos participantes? — Não, apenas eu e mais dois. — Só…
Aquele bandido muito perigoso, condenado à morte, senta-se na cadeira elétrica para ser executado.
— De acordo com a lei, o senhor tem direito de solicitar o seu último desejo — diz o diretor do presídio.
— Eu gostaria que o senhor segurasse a minha mão!
Num dia, o homem roubou um porco e foi pro mato dormir. Chegando lá no mato, o ladrão se deita embaixo duma árvore e pega no sono. Logo depois chega o cúmplice do ladrão e diz:
— A corda, Joaquim!
— A corda foi com o porco.
Um rapaz vinha andando numa rua meio deserta quando olhou para uma loja e viu um homem armado roubando uma loja e gritou:
— Pega ladrão, pega ladrão!
O ladrão virou a arma para ele e perguntou:
— Pega o quê?
E o rapaz, morrendo de medo, respondeu:
— Pega logo, vai, vai, eu te ajudo.
Que?