O pintinho caipira
Qual é a piada do pintinho caipira?
Pir... pir... pir...

Qual é a piada do pintinho caipira?
Pir... pir... pir...

O filhinho daquele caipira pergunta ao pai como ele e sua irmã nasceram:
— Ára, sô, eu encontrei ocê dentro de um repolho e sua irmã dentro de um pé de alface!
Na mesma noite o menino passa pelo quarto dos pais e pega os dois transando. Ele dá uma piscadinha marota para o pai e diz:
— Aí, velhão! Cuidando da horta, heim!
O caipira fala pra mãe:
— Ô, mainha! Me compra um relógio do Silvio Santos?
— Qual? — pergunta a mãe. — Aquele que tem som de galinha e o Silvio falando "Bom dia... São 10 horas"?
— Esse mesmo, mainha...
— Och... Mas pra que você quer esse relógio maluco, meu filho?
— É que o meu relógio me deixa muito cansado, mainha... Toda vez que eu quero saber a hora precisa virar a cabeça e olhar pra ele... Och, me dá uma preguiiiça...
Havia uma égua bem velha que teve uma eguinha. Então a égua foi comer: comeu, comeu e comeu mais, e depois caiu e dormiu de tanto comer.
Soltou um peido que os urubus pensaram que era carniça. O urubu-rei só come a tripa do cu e os olhos do bicho. Então ele enfiou o bico no cu da égua, e a égua fechou o cu, e o urubu ficou siscando pra sair. Então os outros urubus lá em cima falaram:
— Faz fossa, Zé Rodrigues!
E a eguinha lá de longe fala:
— Arocha o cu, minha mãe!
Era de noite, e um carro parou no meio da estrada. O carro era de uma loira gostosona, com silicone no seio e tudo o que tinha direito. Ela viu uma luz lá no fim da estrada e pensou: — Quem sabe não é uma casa? Chegando lá, ela viu que era uma casa e chamou pela campainha. Atendeu um velho caipira, a quem ela explicou a situação e perguntou se podia passar a noite em sua casa. Ele lhe disse: — Bom, a senhora teve muita sorte, viu, porque eu só mecânico e posso dá um jeito no teu automover, mas, respondendo a pergunta, ocê pode drumi aqui essa noite…
Uma moça da roça foi convidada para uma festa onde teria que usar vestido, coisa que ela não usava, pois andava só de calças compridas e sem a calcinha. Não havia loja de roupas íntimas por perto, então ela teve uma ideia: lembrou-se de que o armazém de um vilarejo perto da fazenda vendia sacos vazios. Como a moça costurava bem, faria sua própria calcinha! Ela foi até lá, comprou um saco de pano, correu para a máquina de costurar e confeccionou uma linda calcinha. No dia da festa, vestiu a peça feita em casa, colocou o vestido e pegou um ônibus para ir…
O cara estava com vontade de cagar. Ele pergunta para a mulher se nesse trem tem banheiro. A mulher responde:
— Não.
E o cara abaixa a calça, mostra a bunda e caga para fora da janela, não sabendo que lá havia uma mulher e uma menina. A menina olha e diz:
— Visto, mãe.
E o cara:
— É, até me conhecem pela bunda.