O louco e a lanterna
Um louco estava com a lanterna acesa e convidou outro louco a subir pela luz da lanterna.
O outro louco respondeu:
— Não!
Você vai desligar a lanterna e eu caio.

Um louco estava com a lanterna acesa e convidou outro louco a subir pela luz da lanterna.
O outro louco respondeu:
— Não!
Você vai desligar a lanterna e eu caio.

Um psiquiatra foi ao hospício para avaliar o grau de loucura dos pacientes, para ver se algum dos loucos já estava curado. Ele chegou para um dos loucos e perguntou: — Quanto é 2+2? E o louco respondeu: — É 72. O médico pensou... nossa... esse não está curado mesmo! E fez a mesma pergunta para o outro louco: — Quanto é 2+2? — É terça-feira — respondeu o outro louco. E o médico pensou... nossa, esse é mais louco ainda, sem chance de sair daqui!! E insistiu na mesma pergunta para mais um dos internados do hospício: — Quanto é 2+2? — Ah, é 4 — respondeu o…
Por que a água foi presa?
Porque matou a sede.
O louco liga para o Corpo de Bombeiros, desesperado, gritando:
— Socorro, socorro, minha casa está pegando fogo!
Os bombeiros chegam ao local e dizem ao louco:
— Onde está o fogo?
E o louco, assustado, lhe diz:
— Vocês vieram tão rápido que não deu nem tempo de acender o palito.
(O Corpo de Bombeiros ficava em frente da casa do louco.)
Um certo dia o presidente do hospício decide desenhar uma porta na parede do corredor para ver se os loucos iam tentar atravessá-la; se algum louco não atravessasse, ia ser libertado.
Então foram abertas as portas e o presidente grita:
— Quem quiser pode fugir, a porta está no corredor!
Então os loucos vão em direção à porta e começam a se esborrachar na parede, até que o presidente do hospício vê um preso sentado num canto da sala. Ele vai até ele e pergunta:
— Parabéns, você está solto, mas como sabia que a porta era desenhada?
Então o louco disse:
— Eu só não fui tentar abrir a porta porque estou com a chave dela, seu louco!
Um maluco chega com a mão fechada perto do outro e diz:
— Adivinha o que eu tenho na mão.
E o outro maluco:
— Um elefante.
E o primeiro:
— Ah, não vale! Você viu a tromba.
O doido chega para o médico e diz:
— Doutor, o senhor acha que eu sou doido? Eu aqui batendo este papo com o senhor, numa boa. Imagino eu que, se eu fosse mesmo doido, não estaria aqui neste pátio trocando umas ideias com uma pessoa tão legal como o senhor! Não acha, doutor?
E o médico baixou a cabeça, pensou, pensou e virou para o louco e disse:
— Você tem razão! Vou providenciar já a sua alta, meu camarada.
Virou as costas e foi saindo; já a alguns metros de distância, o doido pegou um pedaço de tijolo e acertou as costas do médico e disse:
— Não esqueça não, tá, doutor!