O deserto
Três aventureiros estavam perdidos no deserto há mais de 15 dias sem água e sem comida, até que eles avistaram bem de longe um castelo e saíram correndo que nem loucos.
Quando chegaram ao tal castelo, eles viram uma bela senhora que estava sentada na porta cuidando o castelo. E disseram:
— Oi, nois estamos perdidos neste deserto há mais de 15 dias, a senhora poderia nos deixar entrar para que possamos comer e tomar água?
E a senhora respondeu:
— Sinto muito, mas vocês não podem entrar porque aqui é um convento de mulheres lindas e só é permitida a entrada de mulheres.
E eles insistiram:
— Pelo amor de Deus, deixe-nos entrar que estamos à beira da morte.
E ela, comovida, disse:
— Eu só posso permitir que vocês entrem se forem castrados. Vocês topam?
Com cara de medo, um olhou para o outro e disseram:
— Tudo bem, nois aceitamos.
Então eles foram levados até uma sala nos fundos do castelo.
A senhora chamou o primeiro, cochichou no ouvido dele e então entraram. No lado de fora, os outros dois escutavam gritos de dor terrível; esses gritos continuaram por mais 15 minutos, até que a porta se abriu.
Então a senhora chamou o próximo e novamente cochichou no ouvido e então entraram. O que estava do lado de fora dessa vez só escutou um grito de “ai” e pronto, e, curioso, perguntou para a outra freira que estava cuidando a porta:
— Por que o primeiro que entrou ficou gritando por 15 minutos e este que acabou de entrar apenas disse “ai”?
Então ela respondeu:
— É que nois castramos de acordo com a profissão de cada um. O primeiro era marceneiro, então nois cerramos seu pênis, e o segundo era madeireiro, então nois cortamos com um machado.
E ele, prestes a entrar na sala, faz uma cara de felicidade. E então a senhora pergunta:
— Por que está feliz? Não sabe que está prestes a ser castrado?
E ele, sem perder o sorriso, diz:
— É que eu sou picoléseiro, então vocês vão ter que chupar até acabar.
