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Um médico disse ao seu paciente:
— Tenho duas notícias: uma boa e outra ruim. Qual o senhor quer saber primeiro?
— A boa.
— Você tem um dia de vida.
— Se essa é a boa, e a ruim?
— Esqueci de te avisar ontem.

Um médico disse ao seu paciente:
— Tenho duas notícias: uma boa e outra ruim. Qual o senhor quer saber primeiro?
— A boa.
— Você tem um dia de vida.
— Se essa é a boa, e a ruim?
— Esqueci de te avisar ontem.

No consultório o paciente pergunta:
— Doutor, o senhor acha que eu tenho chances de viver até os cem anos?
— Você fuma? pergunta o médico.
— Nunca fumei.
— Bebe?
— Detesto bebidas...
— E a sua alimentação, como é?
— Bom, eu sempre evitei gorduras e não como carne.
— O senhor joga, dirige carro em alta velocidade, sai com mulheres em noitadas regadas a sexo, drogas e tudo mais?
— Não, doutor, não costumo fazer nada disso.
O médico fica pensativo analisando o caso e alguns momentos depois:
— Diz pra mim... O senhor quer viver até os cem anos pra quê?
No consultório do médico pediatra:
— Doutor, doutor, o senhor precisa me ajudar. Olhe o meu filho aqui, já está com dois anos, e ainda não abriu os olhos.
— Quem tem que abrir os olhos é o senhor. Este menino é filho de japonês.
O médico se aproxima do paciente em estado terminal.
— Meu amigo, tenho uma triste notícia para você!
— Qual é, doutor?
— O senhor tem apenas cinco minutos de vida!
— Cinco minutos!? — desespera-se o paciente. — Cinco minutos?! E o senhor não pode fazer nada?
— Em cinco minutos? Bem, se você quiser, eu posso fazer um ovo quente!
No hospital psiquiátrico, uma mulher dizia que era invisível. Então, a secretária foi falar com o médico psiquiatra:
— Olá, Mé! Mé (apelido do médico), tem uma morenassa aí fora dizendo que é invisível!
— Oi, minha secretarinha amante! Diga à linda que está aí fora que eu não posso vê-la!
— Doutor, depois da operação eu vou poder tocar guitarra?
— Claro, perfeitamente. Não só tocar guitarra, como em três dias o senhor já vai estar trabalhando normalmente.
— Ah, doutor, o senhor é bom demais. Além de me ensinar a tocar guitarra, ainda vai me arranjar um emprego.
Psiquiatra pergunta ao paciente:
— Costuma ouvir vozes sem saber de onde vêm?
— Claro que sim.
— E quando isso acontece?
— Quando eu atendo o telefone!