No réveillon
No réveillon, o cidadão se embriaga, dorme no chão da praia e tem o relógio roubado. No dia seguinte, ao andar pela rua, vê um cara usando seu relógio. Aproxima-se dele e diz:
— Ei, cara, este relógio é meu!
— Que seu que nada — responde o marginal —, esse relógio eu tomei de um bebado que eu comi ontem lá na praia.
— Tem razão, não é meu! Mas que parece, parece!
