Na padaria
Chegaram na padaria do Manoel:
— Manoel, troca esta nota de cinquenta?
— Claro! Toma esta outra.

Chegaram na padaria do Manoel:
— Manoel, troca esta nota de cinquenta?
— Claro! Toma esta outra.

Três pessoas acharam uma lâmpada mágica: um deles era italiano, outro brasileiro e o outro português. Então eles esfregaram a lâmpada e o gênio surge, dando um pedido a ser realizado para cada um, da seguinte maneira: a pessoa corria em direção a um precipício e se jogava gritando o que desejava.
Então foi o italiano: correu e se jogou gritando:
— Mulheres!!!!
E caiu em cima de um monte de mulheres. Aí foi o brasileiro: correu e, quando pulou, gritou:
— Um monte de dinheiro!!!
E caiu sobre milhões.
Então chega a vez do portuga, que sai correndo e, quando vai pular, tropeça numa pedra e grita:
— MERDA!!!
E cai sobre...
Manoel teve um filho e foi registrá-lo no cartório:
— Que nome você gostaria de dar ao seu filho?
— Arquibancada do Vasco.
— Mas como, Arquibancada do Vasco? Você não sabe que esse tipo de nome é proibido? Seu filho não pode ter esse nome.
— Mas por que não? É um nome normal como qualquer outro. Meu filho tem até um coleguinha com um nome semelhante...
— Seu Manoel, isso é proibido. Eu não posso fazer isso. Vamos ver, qual o nome do coleguinha de seu filho?
— Geraldo Santos.
Tinha 5 pessoas: um português, um italiano, um japonês, um alemão e um brasileiro. Então o piloto disse: — O avião está caindo. Mas só tinha 4 paraquedas, então eles tiraram na sorte. Primeiro foi o italiano, depois o japonês, depois o português, então só sobraram o brasileiro e o alemão. Então o brasileiro ganhou, mas como o alemão era bem rico, ele falou: — Eu te dou todo o meu dinheiro e a minha casa se você me der o seu paraquedas. Então o brasileiro falou: tá bom. Então, quando o alemão ia pegar, ele viu outro paraquedas. Então o alemão perguntou…
Onde o português morava tinha muita barata, então ele resolveu ir numa loja para resolver o problema.
Chegando para o dono da loja, ele perguntou o que era bom para matar baratas.
O dono da loja disse que a melhor coisa era naftalina, então deu um sacão disso para ele.
Passou uma semana e o português voltou na loja, dizendo que aquelas bolinhas não deram pra nada e que queria mais.
O dono da loja se assustou e perguntou-lhe:
— Mas o que você fez com a naftalina, que acabou tão rápido?
— É que eu não consegui acertar nenhuma bolinha nelas!
Numa estrada vazia e deserta tinha uma Brasília velha com três homens lá dentro: um era português, o outro era brasileiro e o outro era japonês.
Quando, de repente, o carro quebrou e o brasileiro disse:
— Eu vou procurar um mecânico para consertar o nosso carro, mas vou levar o radiador, caso eu sinta sede eu pego água de lá.
E logo em seguida o japonês disse:
— Eu também vou, mas vou levar o banco, caso eu fique cansado eu sento no banco.
E logo em seguida o português disse:
— Eu também vou, mas vou levar a janela, caso eu sinta calor eu abro o vidro.
O Manuel presenteia a filha moça com um casaco de pele de raposa prateada.
Satisfeitíssima, ela afaga o presente com as mãos comentando:
— Como pode uma coisa tão maravilhosa vir de um animal tão pequeno, sem aparência, totalmente insignificante...
— Alto lá! Se tu não queres me agradecer, vá lá. Mas também não precisa ofender!...