Mulheres perdidas
Havia dois homens no hipermercado: um com 45 anos, 87 quilos, feio, e outro com 25 anos, moreno, bonito, olhando para os lados, procurando algo no hipermercado. Até que chocam os carrinhos.
E um diz:
— Ei, o que você está fazendo aqui?
O outro responde, nervoso:
— Estou procurando a minha mulher!
— Eu também estou procurando a minha.
— Como é a sua?
— Bem, ela é morena, 25 anos, alta, 60 quilos, tem pernas bem torneadas, seios e bumbum enormes, olhos azuis claros, tem mãos delicadas, está usando uma blusa transparente, decotadíssima e justa, usa uma saia muito curta, justíssima, está sem sutiã, só com uma calcinha vermelha fio dental, usa brincos, relógio, colar, anel, tudo de ouro. Ela tem uma mansão no Morumbi, tem uma BMW vermelha conversível e mais 5 carros na garagem: um Jaguar preto, uma Pajero Sport verde-escura, uma Ferrari vermelha, um Porsche amarelo e um Audi A8. Ela gosta de viajar para Paris, Roma, Havaí, Cancún, Nova York, Tóquio, Rio de Janeiro. Ela não come coisas gordurosas, gosta de comer em restaurantes franceses, joga golfe, é dona de 2 prédios em Nova York, 3 em São Paulo, 1 em Tóquio, 3 em Paris. Ela é executiva no trabalho, vivem chamando ela de gostosa, e ganha em torno de U$ 600 milhões de dólares por semana. Nós temos 2 filhos: uma menina que se chama Patrícia e um menino que se chama Charles.
— Como é a sua?
— Que se dane a minha, vamos procurar a sua!
