Misto frio
Um cara chega na lanchonete do português.
— Sr. Manuel, eu quero um "misto frio".
— Olha, amigo, tu vais ter que esperaire um bocado.
— Por quê?
— É que demora uma meia hora para esfriaire a chapa.

Um cara chega na lanchonete do português.
— Sr. Manuel, eu quero um "misto frio".
— Olha, amigo, tu vais ter que esperaire um bocado.
— Por quê?
— É que demora uma meia hora para esfriaire a chapa.

O português, cansado das constantes traições de Maria, sua esposa, toma uma decisão:
— Ora, Maria, já chega. Vou pegaire meu revólver e a primeira pessoa que eu encontrar e que me disser que está vindo aqui de casa, vou mataire.
Ele sai e, depois de meia hora de caminhada, encontra um crente que acaba de sair de sua igreja, com a Bíblia debaixo do braço. Então ele pergunta:
Um português andando pela rua, de repente é abordado por um ladrão que aponta-lhe o revólver e diz:
— É um assalto!
O português sai correndo e o assaltante atrás. Quando o alcança, com o revólver na cara, o português lhe pede a carteira. O português a entrega e o ladrão, ao abri-la, verifica que só tem um real. Bravo, grita com o portuga:
— Caralho, que merda é essa? Você só tem um real... Tá correndo por quê?
E o portuga responde:
— Porque eu estava com medo que você fosse pegar os cinco mil que eu tenho aqui na minha meia.
Um português vai para a aeronáutica e ficou com os paraquedistas, e na primeira aula foi para preparar ele. E na segunda já foram para o ar para saltar, e o preparador falou que tinha que puxar a primeira cordinha e, se não abrir, que é uma coisa difícil; puxa a segunda e, se não abrir, que é uma coisa muito difícil, quase impossível; puxe a terceira cordinha, que é muito impossível. Vai ter uma caminhonete te esperando para te trazer você para casa. E o instrutor perguntou se estava tudo certo, e o aluno respondeu fazendo um gesto com a cabeça para…
Uma vez um português veio ao Brasil para visitar. Aí ele viu um cara botando uma placa, e na placa estava escrito: "Edi-fício".
Num bar do nada, entrou um gringo, grandalhão, 2 por 2, botando banca, deu um soco no balcão, apontou uma cicatriz enorme no braço e disse:
— Washington city.
Logo depois entra um negão também 2 por 2, bombado, deu um soco no balcão, apontou uma cicatriz maior ainda no braço e disse:
— New York city.
O português, que presenciava o fato, levantou a camisa, apontou uma cicatriz na barriga e disse:
— Apendi city.
O português estava no elevador, quando entra um casalsinho muito simpático.
De repente o português solta um pum.
Se sentindo ofendido, o homem ao lado dele fala:
— Como você se atreve a fazer isso na frente de minha esposa?
O português responde:
— Ah, me desculpe, eu não sabia que estava na vez dela.