Mistério do portuga
Um português vê o outro empurrando um barril na rua e pergunta:
— Ô Manuel, onde é que vais?
— Ao médico.
— Pra que o barril?
— É que a cada seis meses eu tenho que levar uma amostra de urina!

Um português vê o outro empurrando um barril na rua e pergunta:
— Ô Manuel, onde é que vais?
— Ao médico.
— Pra que o barril?
— É que a cada seis meses eu tenho que levar uma amostra de urina!

Um português chega ao Brasil em seu carro novo quando, de repente, vê uma placa em que está escrito:
— Devagar, quebra molas!
O português, lendo aquilo, puxou 120 e, quando viu, a mola do seu carro quebrou toda.
Então o português, com raiva, diz:
— Caramba, rápido também quebra molas. Droga!!!
Merda. Devagar quebra, lento também, assim não dá, céus!
O Manuel, sua esposa e sua sogra passeando de carro zero-quilômetro, novo em folha. De repente o guarda manda ele parar:
— Senhor, sua sinaleira traseira direita está queimada!
— Ainda bem, seu guarda, pensei que o senhor tinha me parado porque não tenho carteira de motorista.
E a mulher:
— Seu guarda, não dá bola, quando ele dirige bêbado, só diz besteira.
E a sogra:
— Eu sabia que essa história de carro roubado não ia dar certo.
Havia um concurso para colocar em prova a inteligência em modo geral de cada país do mundo. Cada país escolheu o homem mais inteligente para representá-lo. Todos os países estavam indo muito bem. Quando chegou a vez do Manuel, o representante de Portugal, os portugueses o incentivaram: — Vai, Manuel, vamos provar a todos que não somos burros! Manuel, confiante, disse que estava pronto. O apresentador começou: — OK, Manuel, se os portugueses são realmente espertos, nos prove: quanto é 2+2? Manuel, depois de pensar muito, disse: — 22! A torcida grita: —…
Um português pede uma cerveja em um bar.
Então o garçom lhe dá uma cerveja descartável.
O português olha e pede um abridor.
O garçom grita:
— É só torcer que ela abre, português.
Então o português coloca a cerveja no chão e começa:
— Abre... abre... abre... abre... abre...!!!
Três portugueses iriam morrer, mas antes de morrerem eles tinham que adorar o Deus Alá e sentar na cadeira elétrica.
— Foi o primeiro, ele adorou o Deus Alá:
— Alá, Alá, Alá. Depois ele sentou na cadeira elétrica, o guarda apertou o botão da cadeira e não aconteceu nada.
— Foi o segundo, ele adorou o Deus Alá:
— Alá, Alá, Alá. Depois ele sentou na cadeira elétrica, o guarda apertou o botão da cadeira e não aconteceu nada.
— Foi o terceiro, ele foi adorar o Deus Alá:
— A lá, a lá, a tomada desligada.
O português, que acabara de ouvir uns boatos de que sua mulher o estava chifrando, compra uma arma e vai para casa mais cedo, puto da vida, para matar o amante da mulher.
No caminho, encontra um homem com uma Bíblia na mão e pergunta:
— De onde tu vem, ó pá?
— Da casa do Senhor — responde o homem.
Então o portuga saca o revólver e descarrega em cima dele.